(Re) Vivendo - Primeiro Capítulo por Gabriela Vilks


Olá minha gente ! Bom, só pra poder dar uma variada, vou postar também aqui, minha breve história (Re)Vivendo .. é uma mini história de encontro , dor, e perdas .. um homem e uma mulher, que passaram pela perda de seus amores não muito tempo, e que sem querer , pelo acaso do destino, se encontraram em uma boate. Sem querer, a atração física e mental por ambos, surge como se fosse o ar ficando visível. Tudo faz sentido quando os lábios se tocam, e parece que a vida , volta ao peito de cada um. 
Amor, muito amor, e finalmente vida, fazem dos dois, pelo menos por uma noite, completos novamente.


A história também está disponível aqui : Dare to Dream 


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" Muitas vezes, temos que aprender a amar aquilo que é bom pra gente, aquilo que nos faz bem . Isso é ser racional. Amar o que não vemos, amar cegamente e intensamente o que nos machuca, é babaquice. Isso é ser humano. '' 
G. vilks.








Ela não estava nem um pouco bem e após tomar dois copos de uma bebida cítrica e docemente alcoólica, perdeu o pouco sentido que restava em sua mente translúcida.  A vontade de afogar todos os sentimentos e todas as mágoas dentro do copo que segurava, era quase tão grande quanto a vontade de achar uma ponte alta o suficiente para pular e não sobreviver para contar a história. 
Depois da semana cheia de fofocas e novas intrigas idiotas no trabalho sobre sua vida sexual, que nos últimos meses se tornou tão visível quanto a tristeza que era permanente em seus olhos, e depois de todas as noites frias acordadas em lágrimas, ela decidiu seguir o conselho de sua melhor amiga : '' A vida continuou a seguir. Ela não parou quando ele se foi e você também não tem que parar'' e então, depois de uma sexta feira razoavelmente feliz, ela decidiu se produzir, arrumar o cabelo e ir para algum bar ou boate desconhecida a fim de descarregar todo o choro, a dor, a raiva, a solidão horrenda que estavam a privando de viver , desde que ele se fora, na bebida ou em algum homem de braços fortes e bons ouvidos.
Ela colocou o melhor vestido de festa que achou em seu armário, passou o básico lápis preto nos olhos , muito rímel, um batom claro somente para dar um contraste no visual negro.Se achou, pela primeira vez em tempos, bonita novamente.
Pegou o carro e saiu pela cidade , procurando por algum lugar cheio o bastante onde ninguém a conhecesse.
Quando achou, logo foi procurar pelo bar, onde se sentou e ficou a beber e a olhar para as sombras que se movimentavam esguiamente na pista com a música alta e contagiante. Ignorou elegantemente os olhares fixados e maliciosos dos homens , em suas pernas descobertas, revirando os olhos e levando a boca mais um pouco mais da bebida doce que a viciava a cada gole. 
Decidiu que a noite só iria acabar quando ela estivesse acabada. Era uma situação complicada e muitas pessoas poderiam achar esse jeito de fugir dos problemas, um atendado aos bons modos. Ela já não era um moça de bons modos há muito tempo e sabia que isso não fazia diferença nenhuma. A vida havia perdido a cor, e então experimentava cada coisa, desde pessoas a comidas, simplesmente para tentar achar em alguma delas o sabor da vida novamente. 
Ao pedir que o Barman enchesse mais uma vez seu copo, ela subitamente se levantou e caminhou até onde todos os corpos se amontoavam para dançar. 
Ela recuou alguns passos antes de adentrar na pista.
Fitou por alguns segundos os corpos refletindo luxuosamente os flashes coloridos que piscavam e apagavam, e avançou alguns passos chegando em algum espaço não muito tumultuado.
E foi alí,que ela começou a se mover no ritmo da música , com uma leveza que chegava a ser contrastante com o local. Ela mexia lentamente as pernas e braços, os olhos fechados e seu corpo se contorcia habilmente como uma cobra sendo hipnotizada. Obviamente, os homens que tiveram a sorte de observá-la dançar , ficaram totalmente encantados, se perguntando certamente de , como uma mulher poderia dançar daquele jeito ? 
Ela se esqueceu de quem era e seus movimentos foram ficando mais ousados conforme em sua mente, flashbacks dos momentos felizes e extraordinariamente quentes na cama com ele, iam passando, e as sensações estasiantes e magníficas que um dia ele lhe causara, iam se espalhando por seu corpo como um veneno, a queimando por dentro.
Suas costas estavam arqueadas, sua bunda empinada, e suas mãos passeavam livremente por próprio corpo como se fossem serpentes tentando subir em um tronco de árvore. Era um cena absurdamente sensual para quem apreciava. Uma mulher esbelta, elegante em seu vestido preto e curto, lindamente dançando sozinha no meio da pista , como se dançar, fosse a última coisa que ela gostaria de fazer antes que o fim do mundo chegasse.
Não demorou muito para que algum homem, tosco e um pouco mais ousado que os outros, encantado pela dama, chegasse perto, e grudasse o corpo dele ao dela , numa tentativa animal e imbecil de quem sabe, conseguir um bom sexo ao final da noite. Ela pensava assim. E é realmente o que a maioria dos homens querem: somente um boa e gostosa transa.
E foi isso o que ela também fez com os homens bobocas do escritório. Transou com cada um deles. Os deixou pensar que ela é quem estava sendo aproveitada, mas na verdade eles é quem estavam sendo usados por ela. Claro, em aspectos diferentes. Eles a usaram sexualmente, ela os usara emocionalmente, descarregando no sexo com cada um deles, toda a ira que ela guardara do mundo imbecil.
 O homem que grudou o corpo ao dela, a agarrou pela cintura gostosamente e a girou, de modo que ele pudesse a fitar no rosto quando algum raio de luz o iluminasse. Ela agradeceu internamente por ele ser bonito. Um bonito que ela definiu: animalesco. Ele era moreno, com traços retos em seu queixo, sua barba rala formava um cavanhaque sutil e estiloso. Seu cabelo negro, raspado nas laterais e um topete arrepiado ao alto da cabeça, diziam que ele tinha ao menos 25 anos. Quando flashes passaram por ele, ela conseguiu identificar um corpo magro, porém forte, braços normais, mas encobertos por várias tatuagens. Ela gostou disso. Mais um pouco de exotismo. 
A mão dele em sua cintura ainda não havia se movido, e seus quadris estavam se movendo grudados, fazendo com que ela sentisse o volume na calça do rapaz em suas coxas. Ela, como se quisesse provocá-lo mais um pouco, o prendeu pelo pescoço o puxando para mais perto, se possível. Ela sentiu um perfume forte, exatamente másculo, daqueles que se usa para atrair mais mulheres na balada.Ela riu. 
O ritmo da música era quase alucinante e a cena, dos dois corpos colados aproveitando cada centímetro e movimento, era totalmente excitante. 
O objetivo das duas mentes que agora estavam coladas, eram bem diferentes, mas tinham algo em comum. Nenhum dos dois sabia que o outro passara por uma fase complicada na vida. 
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Ele , depois de aguentar mais uma semana no trabalho, agradeceu por finalmente ser sexta feira. 

Voltou para o pequeno e aconchegante apartamento que ela escolhera , logo quando começaram a namorar. Toda vez que ele passava pelo quarto, agora branco,  era como se a visse dormindo com seu pijama amarelo. Parecia que cada parte da casa, o fazia a lembrar dela. 
Já não se interessava mais pelos jogos de futebol na tevê, em ouvir as músicas do Mick Jagger no volume máximo aos sábados, e muito menos por lasanha de frango. Era a comida favorita dela, que eles faziam questão de preparar juntos aos domingos. 
A casa já não era mais a mesma também, muito menos ele. As paredes foram pintadas 3 vezes. Os móveis , mudados de lugares inúmeras vezes. Mas, das lembranças, ele sabia que não tinha como se desfazer. E nem queria. Eram elas que o mantinham vivo.
Ficar bêbado pela madrugada, havia virado rotina. E quando ele estava pior do que o normal, quando via o anel em sua mão, podiam esquecer de vê-lo no trabalho por dois dias, pelo menos. 
 Já fazia 2 anos. Era muito, e ele sabia disso. Não tinha vergonha nenhuma de sair na rua com a cara inchada de choro, e muito menos vergonha de aparecer no trabalho depois de ficar dois dias em coma alcoólico por causa das malditas memórias. Ele era forte e ninguém podia negar isso. 
Os amigos, tentaram muito no começo, mas logo foram desistindo. Ele era cabeça dura. Os ignorou por muito tempo, mas , há algum tempo, os laços estão se estreitando novamente. E até combinaram de sair na sexta feira, que finalmente havia chegado. 
Com eles, ele parecia ter vida novamente. Brincava, conversava, mas nunca, nunca falava o nome dela. Eles sabiam disso, e exatamente por isso, o levaram para um bar/boate no centro da cidade que sempre estava lotado. Era um dos melhores da cidade. Ele nunca fora de baladas. E lá estava ele, tentando lembrar o nome da bebida favorita , sentado no bar. Depois da ajuda do Barman, ele tomou , e sentiu  o frescor do álcool escorrer por sua garganta. Lembrou-se dela.Razoavelmente feliz, era como ele estava. Já fazia alguns dias que não se afogava em lágrimas e muito menos no álcool. Isso era bom. Ele prometera que ia pegar leve com a bebida.
 Era ridículo ir a uma boate e somente ficar sentado a olhar as outras pessoas se divertindo,  ele sabia disso, mas não estava exatamente no clima de dançar, ainda mais sem sua companhia predileta para isso. 
Uma mulher, que na opinião dele, mais parecia uma vadia de primeira impressão, sentou a duas cadeiras de distância, e pediu uma bebida. Os homens ao lado, não se importavam em olhar para as, até que belas pernas da mulher. Cafajestes, pensou ele. Ela deve estar chapada, pensou quando viu a moça deixar a bebida no balcão e se meter na pista de dança como se a pista a chamasse.  Ele ignorou, como já pensou, deve já estar bêbada. 
Depois de muita insistência dos amigos, foi tentar dançar. Conheceu algumas amigas dos amigos, eram legais, porém vazias. Só cabelo, maquiagem, e bunda. 
Ele estava quieto somente curtindo a música contagiante, quando algum corpo feminino chamou sua atenção, no meio de outros tantos que se moviam rapidamente. 
Ele estreitou os olhos e finalmente achou. Era a vadia. Como ? Pensou ele. 
Ela dançava perfeitamente, harmonia entre os braços, as mãos e o resto do corpo. Era quase sobrenatural. Ela dançava com tanto sentimento que ele quase pode senti-lo no ar, e na música. Ela parecia ser a única pessoa que realmente estava curtindo a música, literalmente, pensou. 
Reparando mais na face da moça quando as luzes a refletiam, ele ficou estasiado. 
Não pela beleza , mas pela semelhança. Elas se pareciam muito. Claro, a moça fazia bem mais o estilo personalidade forte, com seu vestido preto curto e uma maquiagem negra. Mas, o cabelo castanho comprido solto, com as ondulações nas pontas, o nariz simpático e bem delineado, até os lábios, pequenos . Seu coração começou a pulsar mais rápido, e sua mente a embasar. Quando a moça passou as mãos pelo peitoral, foi como se ela dissesse , venha até mim. E ele foi, foi como se necessitasse do corpo dela junto ao dele para respirar. Sua mente já estava confusa o bastante para não entender os sinais. Chegou perto, a agarrou e a girou, ficando assim frente a frente com a moça. 
Ele quase implorou por luz, para conseguir enxergar novamente o rosto dela. Ficou pasmo ao ver os olhos castanhos. A segurou mais forte pela cintura. Se perguntou se era uma visão ou se já estava bêbado. Mas ele nem havia bebido mais do que dois goles. Quando a moça, o envolveu pelo pescoço,  foi quase como se ele estivesse revivendo a primeira dança , com ela. Ele a precisava senti-la novamente, pela última vez.
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Ela estranhou quando o rapaz encostou a testa na dela, e sussurrou algo baixinho. Deve estar bêbado, pensou. Não importava, somente diversão, se lembrou. 

Depois de alguns segundos respirando o perfume forte do rapaz, ela já não queria mais ficar ali. Ela queria sair, ficar livre novamente, o perfume a tinha lembrado dele. Ela tentou se desprender dos braços do rapaz, mas foi impossível, ele a não soltara. Ela ficou imóvel, somente deixando em repouso as mãos do rapaz em sua cintura. Estranhou mais ainda, quando ele a cheirou no pescoço, como se quisesse saber o perfume que usava. O gesto lhe causou arrepios, e pensou logo que ele era um bom paquerador. 
Estava prestes a se virar e sair dalí quando se sentiu livre das mãos do rapaz, mas, foi sendo puxada por entre as pessoas. Demorou um pouco para entender o que estava passando, mas era ele, ela concluiu.
Quando sua visão permitiu, ela estava andando pelo estacionamento ao lado do rapaz, que agora na luz fria e amarela do lugar, lhe permitiu ver o quanto de beleza no rosto dele havia. 
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Ele depois de sentir o perfume doce e leve da moça, teve toda a certeza de que, elas se pareciam muito, mais do que o normal. 

Pessoas se parecerem fisicamente, é comum, mas não usarem o mesmo perfume, e muito menos terem  as mãos macias , pensou ele. Não importava. Seus olhos já estavam marejados e ele sentiu que podia desabar alí no meio de todos a qualquer momento. Sim ou Não ? 
Sim, vou levá-la daqui , decidiu ele imediatamente. 
Pegou a moça pelo braço e a conduziu para o estacionamento, precisavam sair dalí, ele precisava tentar provar de uma coisa, que quis muito fazer , antes de tudo acontecer. 
Quando chegaram no estacionamento subterrâneo, com as luzes, ele pode ver que , meu deus, era realmente incrível. 
Tudo, o castanho do cabelo cacheado e longo, a altura, um pouco mais baixa do que ele, a cor da pele, um branco sutil, os olhos, castanhos escuros que pareciam exatamente bolinhas de gude, as sobrancelhas, bem feitas e escurinhas, o nariz, delicado e sutil, os lábios, pequenos e rosados, o queixo, fino e belo, o corpo pequeno e fofo. Como pode, como pode ? Pensou ele. Só se deu conta de que havia parado em baixo da luz para conseguir analisar todos os detalhes no corpo na moça, depois que ela sorriu e o tocou suavemente na face, limpando as lágrimas que desciam pelo rosto dele. Ele tentou sorrir . Quase conseguiu.
Apertou todos os botões do controle do carro que piscou em algum lugar , não muito longe da onde estavam, ele a guiou com as mãos trêmulas até o carro, abrindo a porta e a colocando lá dentro. Ela se submeteu a ficar quieta. Somente a observar . 
Ele , quase não conseguiu achar o cinto de segurança para colocar na moça, e com uma ajudinha dela, finalmente conseguiu. 
Ela segurara suas mãos trêmulas, e o olhara fixamente nos olhos, quase como se perguntasse, por que está chorando ? Ele entendeu, e acariciou a face da moça, que mexeu os lábios levemente para o lado. A leveza, a maciez da pele, era uma sensação que ele podia sentir pelo resto dos seus dias. Como se não aguentasse mais, ele chegou perto o suficiente para os lábios se roçarem, o que gerou mais ainda uma sensação de desconhecido no ar. 

Olázinho :)

Uhul!
E aí gente , como vocês vão ?! Bom, espero que bem , assim como eu .

E então .... não sou muito boa de apresentações pessoalmente, e muito menos na internet, então não vou falar muito sobre mim, e também acho que não é preciso saber sobre a vida da pessoa quando os olhos ou as palavras dela dizem tudo.

Sou dessas ( raras ) pessoas que quando quer se descrever, ou usa a terceira pessoa, ou coloca algum poema ou soneto no lugar , mas bom, pra falar a verdade, eu não acho isso muito justo , ainda mais eu que vou escrever aqui , e meu público ( vocês) tem de saber algo sobre o autor das palavras que leem, não é mesmo ?!

Não gosto de escrever por acaso, tenho meus motivos, e eles são bons. Alguns deles, são :
acho que escrever histórias fantásticas, é uma forma de mudar o mundo, mesmo que seja 0,00001 por cento, eu sinto que posso fazer, e se é isso que posso fazer, eu farei sem dúvida alguma.
Já trabalhei em alguns blogs, de contos e histórias de escritores do século XXI, e também fiz algumas 'fanfics' para certos blogs.

Não sou fã de todos os cantores e bandas do mundo, e meu trabalho não permite que eu seja, então, minhas 'fanfics' são neutras, claro, possuem referência as pessoas, mas não de forma direta , como vocês estão acostumadas a ler.

Acho isso de 'fanfics' uma boa ideia, além de entreter as que leem, de alguma forma passa um sentido. Não acredito que você vai um belo dia cruzar a rua e encontrar seu ídolo e vocês vão se casar , pois isso não vai acontecer. A não ser que você more na mesma cidade que ele e frequente os mesmo lugares que ele. E do mesmo jeito isso é quase que impossível.
Para as que acreditam nisso, por favor não me entendam mal, eu sou muito realista. Não faz mal sonhar com quem se gosta, o errado é sonhar alto de mais e errado.

Fanfics que são muito bobas ou até então loucas, para mim não fazem o menor sentido a não ser ocupar o espaço no blog e fazer pessoas perderem o tempo lendo. Se for pra escrever, que seja algo que mude, que faça acontecer conflitos, que seja bonito, que seja possível e não distante. Que seja da imaginação boa, e não da cópia, da cópia do clichê.

Perdão para as leitoras que gostam de ler coisas assim, mas eu não sou uma escritora assim. Vou fazer o que sei fazer. Escrever minhas próprias histórias, com meus próprios personagens, em meu próprio mundo. ...


Minhas palavras ... não sei muito mais o que dizer leitoras .... essa sou eu. Gabriela Vilks.
Sua nova escritora do blog :D

Caso queiram dar uma olhada em meu blog, fiquem a vontade :

Minha Outra Dimensão 


Obrigada pela atenção :) hasta la vista baby's

Don't Say Goodbye- Capitulo 01


Don't Say Goodbye
Capitulo 01

Ele lhe diz que ama vocêQuando você menos espera?Ele faz seu coração palpitarQuando beija o seu pescoço?Nada de cientista ou biologiaÉ óbvio, quando ele me pegaÉ natural que isso me afete tanto(DNA- Little Mix)



(Seunome On)

Cidade de Londres, 06:30 da manhã, segunda-feira, 3 de Fevereiro.

Mais um dia, porém hoje seria diferente. Afinal, era hoje o dia da abertura para a inscrição do The X Factor, minha mãe sempre me incentivou para me inscrever no programa e eu sempre enrolava, mas dessa vez não ia passar. Eu não podia deixar passar.

Me levantei calmamente da minha cama quentinha.  Mal me soltei das cobertas e senti aquele vento frio passar por mim. No mesmo instante me encolhi e suspirei. Olhei para o lado da minha cama, lá vi a nossa foto e deixei uma única lágrima cair, a sequei rapidamente, não choraria mais por ninguém, nem que esse alguém tivesse sido o amor da minha vida. Por que eu ainda chorava? Essa pergunta me assombrava.

Caminhei lentamente em direção ao banheiro, no caminho fui tirando minha blusa e, em seguida, tirei o shorts que usava. Soltei meus cabelos e assim fiquei de apenas de lingerie.

Abri o registro do chuveiro e entrei embaixo daquela água relaxante. Lavei meus cabelos. E, assim, que terminei meu banho, desliguei o chuveiro, me enrolei em minha toalha e saí do banheiro, voltando para o meu quarto.

Fui até meu Closet e escolhi uma roupa. Coloquei minha lingerie e a roupa.

Dei uma ultima olhada no espelho e sorri, sai de meu quarto e desci, rumo a cozinha, estava com muita fome, pois acabei indo dormir sem comer nada.

Chegando na cozinha dei de cara com minha família.

Eu- Bom dia!- falei dando um beijo em meu pai.
Pai- Bom dia, princesa!
xx- Princesa?? Essa daí??- e meu irmão já esta de pé.
Eu- Cala a boca, Benjamin.
Ben- Vem fazer.- quando eu estava indo meu pai impediu, entrando em nossa frente.
Pai- Nada de brigas na hora de comer.
Eu&Ben- Ok!

Mesmo contrariada me sentei de frente com meu irmão e comi. Em falar nisso vou explicar um pouco sobre ele.

Benjamin é meu irmão gêmeo, ambos temos 16 anos de idade, em breve iremos fazer 17. Benjamin é mais velho que eu só por alguns minutos, mas isso já é motivo para ele me encher o saco. Ele é popular, lindo, é líder do time de futebol e ama me irritar, mas qual é o irmão que não faz isso?...Ele pode parecer um idiota, mas no fundo é legal até. Gosta mesmo de ser um Bad Boy para não demonstrar ser um cara romântico. Ele vive dizendo que só ele pode fazer o que quiser comigo, mas que se alguém fizer algo para mim, ele não sabe o que faz, se mata o infeliz ou se apenas tortura a pessoa. Ele acima de tudo me ama, mas não vai falar isso jamais, por causa do orgulho.

Assim que terminei, me retirei da mesa e fui até meu banheiro só para escovar os dentes, peguei minhas coisas da escola e desci. Me encontrei com meu irmão na porta de casa, me esperando e assim que me viu deu um lindo sorriso.

Ben- Vamos, baixinha?
Eu- Vamos sim, coisa feia.
Ben- Olha aqui queridinha!- falou ele fazendo voz de gay, comecei a rir.

Fomos andando mesmo até a escola. Ele o tempo todo me fazia rir.

Ben- Se sabe que o seu sorriso é a melhor coisa do mundo, não sabe?- ele falou colocando seu braço em meu ombro.
Eu- Sim, eu sei, mas fala o que você quer?
Ben- Nada hora.
Eu- Sei!- falei desconfiada com ele.

Fiquei em silêncio até o portão da escola, na qual já estava bem movimentado. Fiquei nervosa, primeiro dia de aula letivo do meu ultimo ano, dessa vez eu queria fazer tudo diferente.

xx- Oii, Benjaminzinho!- falou uma voz enjoada.

Benjamin olhou na direção da voz que o chamou e me puxou para a mesma direção.

Ben- Olá, como foram suas férias?
xx- Ótimas e a sua??
Ben- Foram boas.
xx- Ah....olá, Seunome!- falou com desdem.
Eu- Olá, Andreza!
Ben- Já vi que tem novatos na escola.- falou ele olhando para um grupo de garotos e garotas conversando.
Andreza- Qual vai ser a ordem, gato?
Ben- Uma delas é ninguém deve dizer que eu e a Seunome somos irmãos. Esse ano as coisas devem diferentes.
Eu- Sabia que iria sobrar pra mim.- falei revirando os olhos.
Andreza- Dá para parar de ser tão mimada?
Eu- Dá para você deixar de ser você??- perguntei irônica.
Andreza- Olha aqui, garota...- andes dela terminar a mesma foi interrompida por meu irmão.
Ben- Cuidado! Não esqueça que ela é minha irmã.
Andreza- Desculpa, querido!- falou dando um abraço nele, aquilo me deu nojo, aproveitei a brecha e sai dali.
Ben- SEUNOME!! VOLTA AQUI.- ele gritou, eu apenas olhei para ele e fiz que não.

Todos ali me olharam, inclusive aquele novo grupinho. É parece que esse ano tudo vai ser diferente, ou não. Dei um sorriso para eles e segui até meu armário.

Chegando no mesmo, abri a porta e peguei os livros da aula de hoje.

Voltei para o pátio e me sentei embaixo de uma árvore. Alguns minutos depois, dois meninos daquele grupinho se aproximaram de mim.

xx- Oi.
Eu- Olá.
xx- Me chamo Niall. Niall Horan.- sorriu mesmo com seus dentes tortos, mas perfeitos. Ele  tinha os cabelos tingidos de loiro, possuía olhos azuis, branquinho e tinha cara de anjinho.
Eu- Prazer em conhece-lo Niall. E você seria?
Xx- Ah, desculpa. Meu nome é Louis. Louis Tomlinson.- se apresentou ele sorrindo. Já ele era moreno, possuía olhos azuis/verdes, seu sorriso era lindo.
Eu- Prazer em conhece-lo, Louis. Meu nome é Seunome Hunt.
Louis- Bom, já sabíamos o seu nome graças ao seu namorado.

Eu comecei a rir do que ele me falou e eles ficaram me olhando confusos.

Eu- Me desculpe, mas o garoto não é meu namorado, ele é apenas o Benjamin, meu grande amigo e o capitão do time da escola.
Louis- Ah entendi tudo agora.
Ben- Seunome, vamos?
Eu- Vamos. Bom, meninos tenho que ir, foi bom conhece-los e até daqui a pouco.

Me levantei calmamente e me coloquei ao seu lado, logo o time de futebol se juntou a nós e suscetivamente, suas namoradas, as líderes de torcida.

A escola parou para nos olhar, aquilo era interessante, devia admitir. Ben me deu a mão e quem não sabia sobre a nossa história acharia que éramos um casal. Acho que esse é o propósito dele, pois desde que Josh partiu meu coração ele se tornou mais protetor do que o necessário e eu decidi virar aquilo que não era.

O sinal bateu, ele me levou até a porta da sala e me deu um beijo no topo da cabeça, e foi para a sua sala. Você devia estar se perguntando, se ele não era da mesma sala que eu, a resposta era bem simples, não.  Ano passado por causa de estarmos na mesma sala e ele ser um irmão bem protetor, rolou várias brigas, que na qual meu pai não ficou muito satisfeito ao saber sobre elas.

Me sentei no fundo da sala. Logo todos os alunos foram entrando e aquele mesmo grupinho do Louis e do Niall entraram na sala. Interessante, praticamente a maior parte dos alunos novos que vi na entrada ficaram na minha turma.

A aula começou normal, mas logo o professor nos mandou nos apresentarmos.

Professor- Olha só quem esta de volta esse ano em nossa humilde escola.- ele falou olhando para mim.
Eu- Pois é, Manuel. Achei que você iria sentir muito a minha falta e resolvi continuar aqui, nessa escola.
Professor- Tanto faz, senhorita Hunt, mas apenas tente não arrumar nenhuma confusão.
Eu- Só espero que a confusão não venha atrás de mim.- falei dando um sorriso forçado.
Professor- Já que você está bem sociável hoje. Então comece se apresentando.

Merda! Eu ainda acabo com esse professor.

Eu- Para quem não sabe, sou Seunome Hunt, ou se preferirem como o professor me chama "Troublemaker", vou fazer 17 anos e é só.

Todos me olhavam, isso é uma vergonha total. Respirei fundo e apenas olhei para o professor.

Xx- Esqueceu de dizer que seu irmão, também é bem esquentadinho como você.- pronto era só o que me faltava.
Eu- Ao menos ele tem mais coragem que você, Diogo.- nisso a sala começou a rir.
Diogo- Olha como você fala comigo, estranha!
Eu- Sua bolsa!- continuei olhando para o professor.

O que esse velho estava esperando para mandar esse garoto parar de tamanha ignorância....Ah! Já sei, ele estava esperando eu fazer algo e pronto, eu iria ser expulsa e meus pais me mandariam para algum internato no fim do mundo.

Diogo- Oh, garota, perdeu a língua foi?- perguntou fazendo um grupinho de patricinhas rirem, pronto agora ele iria se aparecer mais.- Deve ser por isso, que ninguém gosta de você e seu irmão tem de ficar te defendendo...
Eu- Dá para você calar a sua maldita boca?- a sala ficou mais quieta, não dava nem para ouvir a respiração do povo.
Diogo- Você pensa que é quem para me mandar calar a boca, sua vadia?- ele se levantou exaltado.
Eu- Vadia é a sua cachorra. E sou, simplesmente, a sua pior inimiga este ano, então cala a tua boca, pois quero prestar atenção na aula e não em você tentando se aparecer, se quiser mesmo fazer isso venha vestido só de calcinha e sutiã amanhã na escola, que ai sim, você vai ter toda a atenção que precisa.- falei olhando para ele.
Diogo- Você devia morder a língua.
Eu- Já mordi.- mordi a língua na frente dele o provocando.
Diogo- Você vai pagar caro, por isto.
Eu- Se você acha que continuo sendo aquela garota toda frágil que sempre precisou da proteção do irmão pra se defender, então se enganou profundamente. Aquela garotinha morreu, agora eu estou no lugar dela e vou mudar toda essa escola.
Diogo- Vamos ver quem manda aqui.
Eu- Não é você, pode apostar.
Diogo- Os dias de reinado de seu irmão e o seu estão no fim.
Eu- É claro que estão, isso talvez pelo fato de estarmos praticamente no ultimo ano?- perguntei irônica, fazendo algumas pessoas rirem. Antes dele me responder o sinal bateu, peguei meu material e fui para a minha próxima aula.

Bom as aulas até que passaram bem rápido até.



Finalmente o intervalo, quando cheguei no refeitório me deparei com..........







Don't Say Goodbye- Personagens *

Personagens- Parte 2



Amber Brown, 17 anos, mais responsável que o necessário, pode-se considera-la como uma mãe.

Infelizmente, assim como Seunome, perdeu sua mãe quando tinha 4 anos, mas foi criada com muito amor por seu pai.

Dona de uma voz, poderosa fará parte do mesmo grupo que Seunome, após participar do The X Factor.

Tem como melhores amigas suas parceiras de banda.



Rebecca Johnson, 18 anos, bagunceira, alegre e muito protetora. Tem como melhores amigas suas parceiras de banda.

Infelizmente, seus pais se divorciaram quando tinha apenas 8 anos, mas não se abateu por isto, e se inscreveu para o The X Factor.

Fará parte do mesmo grupo de Seunome e Amber.



Ella Carter, 17 anos, dona de um belo corpo e de uma voz muito poderosa. Mais ela não é só mais um rostinho bonito, possui um gênio terrivelmente forte.

Não deixa ninguém brigar com suas amigas, pois como a mesma diz, ninguém pode mexer com minhas irmãs a não ser eu.

Super vaidosa e muito segura de si. Quando mais nova sofreu Bullying na escola, mas deu a volta por cima. Se inscreveu para o The X Factor e fará parte do mesmo grupo de Seunome, Amber e Rebecca.

Tem como melhores amigas suas parceiras de banda.



Harry Edward Styles, 16 anos, romântico, fofo, gentil e cavalheiro, mas ao mesmo tempo é muito galinha.

Acabou de 'ganhar' o X Factor, mas como ainda não é mundialmente famoso se muda para uma renomada escola de Londres, afinal ele tem de terminar os estudos.

Tem como melhores amigos e parceiros de banda: Louis, Niall, Zayn e Liam.

Em simples resumo, irá causar grandes problemas.



Zayn Javadd Malik, 17 anos, romântico, tímido e misterioso. Considerado como Bad Boy da boyband na qual faz parte.

No primeiro dia de aula, já se mete em confusão defendendo uma garota, que para ele era a 'popular' do colégio. Após esse pequeno ocorrido ambos se tornam grandes amigos.

Tem como melhores amigos e parceiros de banda: Louis, Niall, Harry e Liam. Em resumo, estará no meio de grandes problemas.


Niall James Horan, 17 anos, fofo, gentil, tímido, carinhoso e um perfeito príncipe.

Leva a vida como se todo o dia dia fosse seu ultimo, ou seja, aproveita a mesma de maneira unica.

Faz amizade com uma menina na qual acha ser a mais 'popular' do colégio, pois a mesma só anda com os populares. No dia em que falou com ela a primeira vez, descobriu que ela tinha um apelido dado pelos professores como: "Troublemaker". Achou aquilo desnecessário, mas depois que a conheceu viu que ela era apenas uma garota delicada e muito magoada.

Tem como melhores amigos e parceiros de banda: Louis, Harry, Louis e Liam. Em resumo, estará no meio de grandes problemas e tentará ajudar a resolve-los.



Louis William Tomlinson, 18 anos, brincalhão, alegre, barraqueiro, romântico e é um cavalheiro.

Faz amizade com uma menina na qual acha ser a mais 'popular' do colégio, pois a mesma só anda com os populares. No dia em que falou com ela a primeira vez, descobriu que ela tinha um apelido dado pelos professores como: "Troublemaker". Achou aquilo desnecessário, mas depois que a conheceu viu que ela era apenas uma garota delicada e muito magoada. Isso faz com que o mesmo a proteja cegamente de todos.

Tem como melhores amigos e parceiros de banda: Harry, Niall, Zayn e Liam. Em resumo, estará no meio de grandes problemas, afinal grande parte deles teve uma ajudinha dele para acabar acontecendo, mas tentará resolve-los.


Liam James Payne, 17 anos, responsavel, carinhoso, fofo, tímido e brincalhão.

Não conhece Seunome logo de cara, só ouve seus amigos comentarem sobre a mesma. Pela mesma ser 'popular' se mantem afastado da mesma, só para evitar problemas. Depois que a conhece acaba a tendo como sua melhor amiga.

Tem como melhores amigos e parceiros de banda: Louis, Niall, Zayn e Harry. Em resumo, estará no meio de grandes problemas e tentará ajudar a resolve-los.



Thomas White, 36 anos, modelo e empresário, amigo e padrinho de Seunome e de Benjamin.

Melhor amigo do pai de Seunome e de Benjamin. Após a perda da mulher do amigo o ajuda de todas as maneiras possíveis.

Sempre apoia seus "sobrinhos" em todas as decisões, aconselha-os sempre a seguirem seus sonhos.
Acaba sabendo do ocorrido com sua sobrinha pelo pai da mesma, que desesperado procura por sua ajuda, o mesmo da o seu melhor para ajudar.




Jensen Collins, 40 anos, vendedor, modelo e Dj, tio de Seunome e de Benjamin, irmão da mãe dos mesmos. Ama seus sobrinhos como se fossem seus próprios filhos.

Descobre o que houve com sua sobrinha pela mesma, que o tem como seu confidente, na hora que houve o que sua sobrinha lhe conta quer matar Josh, mas depois toda essa vontade passa ao saber que o mesmo se muda para Los Angeles, fato este que nunca contou a sobrinha.

Tem medo de perder seus sobrinho, assim como perdeu sua unica irmã.

Don't Say Goodbye- Personagens.

Personagens- Parte 1



Seunome Hunt, 16 anos, tem seu coração partido por Josh após o mesmo simplesmente partir sem dizer adeus, mas antes, o garoto revelou a mesma que só estavam juntos por causa de uma aposta idiota. Depois disso, Seunome nunca mais foi a mesma. Antes era uma garota carinhosa, segura de si, corajosa, amável e etc. Mas agora a mesma se tornou uma pessoa completamente fechada.

Seunome tem muitos talentos, um deles é de cantar perfeitamente bem, apesar da mesma não achar isso.

Quando ela finalmente consegue voltar a ser a 'menininha' que a família conhece, simplesmente, ELE acaba destruindo seu coração. Será que a mesma irá conseguir se reerguer?





Benjamin Hunt ou Ben, 16 anos, irmão mais velho de Seunome, sempre foi muito fofo e protetor, até demais, com sua irmã. Ele finalmente estava deixando de ser tão protetor com a garota quando percebeu que Josh era um bom namorado, mas tudo mudou quando o garoto na maior cara dura contou que ele e Seunome só estavam juntos por causa de uma aposta, depois que viu a irmã sofrer começou a se culpar e então se tornou fechado e mais protetor que antes.

Antes Benjamin era mais fácil de se lidar, carinhoso, amável, medroso e totalmente tímido, ou seja, o nerd da escola. Mas simplesmente mudou, e com essa mudança ele deixou de ser o nerd para se tornar o garoto mais popular e desejado da escola.

Líder do time de futebol da escola, mas ao contrário do que pensam ele continua sendo a mesma pessoa romântica ao invés de ser um completo galinha.



Andreza Pedrevach, 16 anos, 'amiga' de Benjamin na verdade a garota o ama, mas não é correspondida. Odeia Seunome, por achar que a mesma faz a cabeça de Ben para não namora-la e pela mesma acabar sendo mais popular que ela.

Quando Josh, seu melhor amigo, foi embora se sentiu sozinha, até se aproximar de Ben. A mesma, junto de mais algumas pessoas, deu a ideia da tal aposta, que quase acabou com a vida de Seunome.

Ama atuar, quando se formar quer ser atriz.

Porém apesar de 'causar' com todos da escola, possui um grande segredo, que morreria só para guarda-lo.





Diogo Frankttur, 17 anos, gosta de ser popular. Lindo, popular e talentoso, faz parte do time de futebol da escola, na qual Benjamin é o capitão, odeia o mesmo e não consegue derrubar Ben, assim desconta toda a sua raiva em Seunome.

Ele a acha fascinante e desde a segunda série a ama, mas tem medo de se declarar e ser humilhado.

Fazia parte do grupinho da aposta, mas depois de ver que quase matou a sua amada se afastou de todos os outros quatro.

Gosta de cantar, tocar violão, compor músicas e de dançar.




Katarina Rinchcoff, 16 anos, a patricinha da escola. Ama ser o centro das atenções, líder das líderes de torcida.

Foi namorada de Benjamin, mas o traiu e quando ele simplesmente mudou, ficando mais lindo do que já era, tentou voltar com o mesmo, mas ele não aceitou.

Filha de uma das familias mais ricas da cidade, nunca recebeu um não. Faz parte do grupo da aposta, mas nunca teve nada contra a Seunome, só entrou nessa para ser mais popular e conseguiu. Quer ser atriz.


Petúnia Maxell, 17 anos, patricinha puro veneno, líder de torcida. Gosta de tratar todos muito mal. Mais tudo isso muda até cinco lindos garotos se mudarem para seu colégio.

Com a chegada desses alunos se faz de boazinha. Só para conquistar um certo jovem bundudo.

Faz parte do grupinho da aposta e ama fazer teatro.




Amélia Perez, 17 anos, faz parte das líderes de torcia.

Já é uma atriz fora da escola, mas não deixa ninguém saber disso. Ao contrario das companheiras de grupo, é amiga de Seunome e juntamente de Ben, tenta protege-la.

Infelizmente, estava no grupo da aposta e se arrepende disso todos os dias, sempre tenta contar a verdade a Seunome, sua única e verdadeira amiga, mas nunca consegue, por puro medo.

Sonhadora, carinhosa e super simpática. Essa é Amélia.


Josh Bertolazzo, 17 anos, fez uma grande burrada e agora tem vergonha de voltar, mas após perceber que simplesmente ama a garota que ele tanto magoou, resolve sair de Los Angeles trazendo consigo dois amigos, e voltar para a grande Londres.

Ator e herdeiro de uma grande empresa, não faz questão de luxo algum, só queria voltar no tempo e consertar as coisas, para poder continuar a sua vida.

Simpático, fiel, corajoso, destemido e alegre. Além de ser lindo, mas faz muitas escolhas, digamos que, erradas.


Austin Carter Mahone, 17 anos, amigo de Josh que o faz voltar para Londres e pedir perdão a garota que vive falando, mas após conhece-la se tornam grandes amigos e sua concepção sobre Josh acaba mudando drasticamente.

Americano e lindo, mal chega no colégio e já se torna um dos populares.

Simpático, brincalhão e um pouco tímido, sabe lidar com todos os tipos de pessoas.

Cantor que ganha maior prestigio após ganhar total reconhecimento ao postar videos notáveis no seu canal no YouTube.

Acaba se apaixonando por uma garota ruivinha.





Justin Drew Bieber, 18 anos, o mais velho de todos, repetiu o segundo ano por causa da música.

Cantor mundialmente famoso que resolve estudar em Londres para dar apoio aos amigos Josh e Austin.

Josh contou que algum tempo antes de se mudar para Los Angeles havia feito uma grande burrada por uma aposta e perdido seu grande amor.

Sem saber muito como ajudar o encoraja a voltar, a terra da rainha, e se desculpar com a garota. Ele a conhece e se identifica com a mesma, tornando-se assim amigo da mesma.

Mais os problemas só estavam para começar, afinal nem sempre é fácil estudar sendo famoso.



Luke Hunt, 38 anos, pai de Benjamin e Seunome.

Empresário, ama sua família e por ela largaria tudo. Quer quer seus filhos sigam seus sonhos e se eles precisarem estará lá para ajudar.

Sincero, fiel e super protetor, não sabe o que fazer quando vê sua pequena menininha mudando drasticamente para uma pessoa completamente fechada e tudo só piora quando seu filho faz a mesma coisa.

Com o tempo acaba sabendo o que realmente aconteceu com os dois e juntos resolvem as coisa.





Chloe Hasmussen, 17 anos, melhor amiga de Seunome.

Ama sair com suas amigas para qualquer lugar, se for para ficar em casa é ainda melhor, já que a mesma é bem caseira.

É modelo e bailarina desde criança. Com isso acabou desenvolvendo Bulimia e Anorexia Nervosa, mas com a ajuda de Seunome vai se tratar e melhorar.

Quando descobre o que Josh faz com sua amiga, quer matar o garoto, mas depois que ele vai embora, ela acha que é bem melhor assim ao invés de ver sua amiga sofrendo.

Mais quando o mesmo volta, o que pode acabar acontecendo?