Imagine Hot com Louis


HOT LOUIS TOMLINSON – MEDICO

Você narrando
Oi, meu nome é [S/N] e eu sou apaixonada por um homem, ele é um pouco mais velho do que eu, mas não tanto assim. Ele é medico, já tivemos um caso um tempo atrás, mas parece que ele se esqueceu disso, quando soube que ele avia aberto um consultório perto da minha casa eu fiz questão de ir me consultar com ele pelo menos uma vez por semana, nossa cidade é bem pequena e por incrível que pareça há muitos médicos por aqui, mas ele é especial.
-Senhorita [seu sobrenome], pode entrar. –disse Lessie, a secretaria dele, ela era uma velinha muito simpática, meio surda e cega, e com uma memória horrível, pois nunca lembrava de mim mesmo eu estando ali todas as semanas.
-Você aqui de novo [S/N]? –ele perguntou, ah o nome dele é Louis Tomlinson.
-Sim… acho que estou com um problema no coração. –eu disse fazendo drama. Ele riu.
-Acho que você deve ter um problema é na cabeça, pra perder seu tempo vindo aqui toda vez que sente alguma coisa. –ele disse rindo. –Venha, sente na maca.
Fiz o que ele mandou e logo ele estava me examinando, eu adorava aquelas mãos dele, sempre pensei que elas poderiam fazer um estrago.
-Mais pra esquerda doutor. –eu disse e ele colocou a mão um pouco mais para a esquerda. –Agora um pouco mais para baixo. –eu disse soltando um sorriso malicioso quando ele colocou a mão em meu seio esquerdo. –Aí mesmo…
-Ah pelo amor de Deus [S/N]. –ele disse tirando a mão dali quando percebeu o que eu havia feito.
-Pare de graça! Eu posso mesmo ter um problema! –eu disse seria e ele voltou a ficar em frente a mim.
-Ok… pode levantar um pouco a blusa? –ele perguntou virando de costas pra mim para pegar alguma coisa, aproveitei e tirei a camisa e o sutiã. Quando ele virou e me viu sem nada na parte de cima corou e virou o rosto. –Caramba [S/N]! Coloque logo a roupa! –ele disse desesperado enquanto eu ria.
-Ah pare… parece que nunca viu isso antes. –eu disse provocando.
-Eu pedi pra colocar a roupa… por favor. –ele disse de costas e tapando os olhos, uma mão estava estendida pra mim, gesticulando para eu colocar a roupa, joguei minha camiseta longe e coloquei o sutiã na mão dele.
-Oops… –eu disse rindo e ele segurou o sutiã nas mãos e ficou olhando pro mesmo. –Acho que você vai ter que por em mim, não me importo de andar por aí assim. –eu disse dando de ombros. Eu queria muito esse medico lindo.
-Você me tira do serio. –ele disse se virando pra mim e me encarando. –Não sei porque perde seu tempo vindo aqui, você é jovem, bonita, com tempo livre pelo que vejo. –ele disse me entregando o sutiã.
-Você não é tão mais velho do que eu. –eu disse olhando nos olhos dele.
-Eu sei… –ele disse olhando para baixo. –Se vista logo, você não tem nada. –ele disse e ia se virar quando o segurei pelo braço.
-Eu tenho sim… –disse e ele se virou pra mim, seus olhos indo para meu peito.
-[S/N] isso não é certo. –ele disse entendendo do que eu estava falando.
-Mas também não é errado. –eu disse o beijando. Ele resistiu um pouco, mas depois retribuiu o beijo de uma forma que eu não esperava, cheia de desejo e luxuria. Ele me colocou sentada novamente na maca e desceu os beijos para o meu pescoço.
Depois se lembrou da porta e a trancou.
-Vou perder meu horário de almoço por isso. –ele disse vindo na minha direção.
-Vou fazer valer a pena, você vai ver. –eu disse dando um sorriso malicioso.
Ele voltou para perto de mim com um olhar malicioso, finalmente ele estava se entregando, sabia que ele se sentia do mesmo jeito que eu. Eu precisava dele, aqui e agora. Desci da maca e fiquei em frente a ele, ele me beijou novamente, passando a mão pelo meu corpo, eu estava adorando isso, meu corpo de arrepiava com os toques dele, isso era muito bom. Tirei sua camiseta apreciando seu belo abdômen passando a mão por ali, e depois tirei sua calça o deixando apenas de boxer preta, já podia ver um pequeno volume ali, isso poderia melhorar, então coloquei minhas mãos para trabalharem no local, massageando o membro de Louis, o fazendo ficar mais volumoso e ereto com meu toque, eu estava adorando ver seu corpo correspondendo tão bem aos meus estímulos.
Ele me beijou de novo me voltando a sentar na maca, desceu os beijos pelo meu pescoço parando em meus seios, ele massageava forte meus seios, me fazendo suspirar alto, sua língua brincando de fazer círculos em meu mamilo, ele queria brincar comigo. Uma de suas mãos desceu para o meio de minhas pernas e abriu o zíper de minha calça e o botão, depois o ajudei a tira-la assim como a calcinha, e logo ele estava me estimulando, eu adorava isso, era muito bom, ele alternava os movimentos circulares em meu clitóris me deixando louca, eu gemia baixo, por causa da secretaria dele, mesmo sabendo que ela era um pouco surda.
Ele desceu beijos molhados por todo meu corpo até chegar em minha intimidade e logo senti sua língua entrando em contato com a minha pele sensível. Ele continuou com os movimentos circulares e logo senti dois dedos dele entrando em mim, ele dava chupadas enquanto estocava os dedos dentro de mim, isso era muito bom, estava me fazendo delirar, agarrei seus cabelos. Algum tempo assim e eu já estava sentindo aquela sensação boa, mas eu não sou nem um pouco tola de acreditar que ele me deixaria ter esse prazer. E como eu pensei, pouco antes de eu atingir meu clímax ele tirou os dedos e se levantou. Saí da maca e me ajoelhei diante dele, abaixei sua boxer e peguei seu membro em minha mão. Comecei a masturba-lo lentamente, ele provaria do mesmo veneno.
-Vai mais rápido com isso. –ele disse entre dentes, eu ri e continuei no mesmo movimento por um tempo, até que decidi aumentar a velocidade, senti suas pernas vacilarem quando fiz isso, ele estava quase no ponto. Mais um tempo e coloquei seu membro em minha boca, o chupando forte e fazendo movimentos de vai e vem na parte que ainda ficava de fora, ele era realmente grande, depois continuei masturbando ele e dei atenção a suas bolas, quando fiz isso ele quase soltou um grito dentro da sala, eu ri em seu membro, estava sentindo ele quase chegando lá, e como ele havia feito comigo, quando estava a ponto de explodir parei tudo o que estava fazendo. –Você é uma menina má. –ele disse me beijando. –Sabe o que eu faço com meninas más? –ele perguntou.
-Não… mas quero muito saber. –disse mordendo o lábio inferior.
Ele me jogou em cima da maca e se posicionou no meio das minhas pernas, pegou um pacotinho de preservativo em uma das gavetas e colocou em seu membro. E entrou em mim de uma só vez, suas estocadas eram fortes e rápidas, fazendo com que a maca fizesse um barulho ensurdecedor.
-Essa sua maca faz muito barulho. –eu disse e ele pensou um pouco, ainda dentro de mim.
-Tive uma ideia. –ele disse segurando-me pela cintura, me colocou em seu colo e se ajeitou novamente com seu membro dentro de mim, apoiei minhas pernas em sua cintura e ele me ajudou a subir e descer no colo dele, ele jogou a cabeça para trás com a nova sensação que a nossa posição nova nos dava, aquilo era realmente muito bom.
Quando ele se cansou um pouco me colocou no chão e saiu de mim, me empurrando para a parede, de costas para ele, abriu minhas pernas e se ajeitou entrando em mim novamente, aquilo estava me deixando maluca, ele segurou uma de minhas pernas para cima e estocava forte e rápido, ele mordia meu ombro tentando em vão abafar seus gemidos e depois falava palavras sujas em meu ouvido, eu adorava isso.
Novamente ele saiu de dentro de mim, dessa vez protestei, não queria mais mudar, estava ótimo daquele jeito.
-Quero poder olhar sua expressão quando chegar ao clímax. –ele disse olhando em meus olhos, ele tirou algumas coisas de cima de sua mesa e me colocou sentada sobre ela.
Me penetrando mais uma vez, lento dessa vez, eu queria bater nele por isso, ele aumentou o movimento aos poucos, quando alcançou uma velocidade rápida eu já estava quase lá, então ele começou a estimular ainda mais meu clitóris, eu tinha vontade e gritar de prazer, mas isso não seria possível, pelo menos não aqui. Ele tapou a minha boca com a sua mão livre quando notou que eu estava quase lá, mais umas estocadas e eu explodi, senti aquela sensação de formigamento tomar conta do meu corpo, e meu corpo ficou mole, soltei um grito abafado por sua mão e revirei os olhos, ele ainda não havia chegado lá, continuou entrando e saindo de mim, mais algumas estocadas e ele me acompanhou, pude senti-lo explodindo dentro da camisinha.
Ele deixou o corpo cair sob o meu cansado, suado e ofegante. Ele ainda estava dentro de mim quando levantou o rosto para me encarar. Ele abriu a boca para dizer alguma coisa, mas a fechou poucos segundos depois.
Depois da respiração voltar ao normal ele se levantou e saiu de dentro de mim tirando o preservativo e o jogando no lixo, depois pegou suas peças de roupa e as colocou de volta, jogando as minhas para que eu pudesse coloca-las.
-Essa consulta… sem duvida foi a melhor. –eu disse rindo depois que já estava devidamente vestida.
-É… –ele concordou comigo, eu sabia. –Mas da próxima vez que tiver essas intenções, que seja em outro lugar. –ele disse vindo até mim e me beijando, isso me surpreendeu.
-Pode deixar… vou pensar nisso. –eu disse sorrindo.
-Esteja pronta amanhã as 19:00. –ele disse arrumando a bagunça que havíamos feito em seu consultório.
-Por que? –eu perguntei me sentando em sua mesa.
-Vamos sair para jantar. –ele disse piscando para mim.
-Safadinho… vai querer fazer isso num restaurante? –eu perguntei rindo e ele gargalhou.
-Não, vamos apenas comer no restaurante, se quiser isso podemos fazer em meu apartamento. –ele disse sorrindo malicioso.
-Mal posso esperar. –eu disse sorrindo e saindo da sala dele.

Imagine Hot com Liam

Créditos: http://onedirection-imagines1d.blogspot.com.br/

Acordei sentindo meu corpo dolorido, mas ainda assim sorri me lembrando da noite maravilhosa que tive com Liam. Se alguém me falasse a um ano atrás que eu namoraria Liam Payne eu iria rir. Eu, uma fã qualquer. Apenas uma em vários milhões. Mas ele havia me escolhido, e isso é o que importa. Fiz uma careta ao me espreguiçar, não sei porque estava tão dolorida, nós nem abusamos tanto assim… Isso se não contarmos a pia do banheiro e a máquina de lavar… É, talvez nós tenhamos extrapolado um pouquinho. Bem pouquinho. Olhei em volta e soltei uma risadinha ao ver a cueca de Liam pendurada em cima do lustre, e por um momento me perguntei como ela foi parar lá. Me levantei escutando meu estômago roncar, peguei a camisa de Liam que estava jogada no chão e coloquei minha calcinha. Comida, eu preciso de comida! Saí do quarto e escutei a voz de Liam, parei por um momento não querendo dar de cara com outra pessoa que não fosse meu namorado nos trajes que me encontro. Ou melhor, na falta deles. Mas então me lembrei que Liam iria dar uma entrevista a uma rádio pelo telefone, sorri e me direcionei até a cozinha. Parei no entanto ao ver Liam. Meu Deus aquilo tudo é realmente meu namorado? Eu devo ter sido muito boazinha por umas dez encarnações pra merecer isso tudo. Esqueci da minha fome ao olhá-lo. Aliás descobri que eu ainda estava com fome, mas não de comida. Liam estava largado no sofá parecendo um Deus. O cabelo ainda estava úmido e todo bagunçado, usava uma regata preta, uma bermuda Jeans e um tênis. Simples. Mas divinamente gostoso. Eu realmente gosto do contraste do preto na pele de Liam. Ele abriu um sorriso ao me ver, e eu continuei lá parada, feito como diria Louis uma cenoura congelada. Liam me olhou da cabeça aos pés e eu senti meu corpo esquentar instantaneamente, não é possível ele conseguir fazer isso com apenas um olhar. Não é justo! É sempre assim, eu comendo na mão de Liam, se ele me pedir pra pular do alto da estátua da liberdade eu pularia e nem pensaria sobre o assunto. Ele me tinha na palma de suas mãos, sempre teve e eu desconfio que sempre me terá . Respirei fundo sentindo seu olhar me atravessar, e uma idéia passou por minha mente.Será? Minha expressão mudou instantaneamente, e eu pude perceber que Liam mudou a sua para apreensão também. Me aproximei de Liam lentamente, tentando criar coragem para o que se passava em minha mente. Me sentei no colo de Liam, que franziu a testa olhando em meus olhos. Ajeitei-me com uma perna de cada lado do corpo de Liam, e nossos quadris se encaixaram, como sempre. Sorri torto para Liam que me olhava confuso, pisquei para ele e me inclinei roubando um selinho de seus lábios. Desci minha boca por sua mandíbula e pescoço, deixei um rastro de beijos até sua orelha e sussurrei em meio a mordidas.

– Não se esqueça que está em rede nacional. – eu disse chupando o lóbulo da orelha dele e o senti arrepiar.

Um ano é tempo suficiente para conhecer os pontos fracos de uma pessoa, e eu sei bem os de Liam. Comecei a distribuir beijos pelos ombros de Liam que estavam expostos devido a regata, enquanto o senti retesar-se. Ótimo. Em um ataque de coragem eu movi meus quadris lentamente me esfregando em Liam, e o assisti fechar os olhos e morder o lábio. As mãos dele vieram automaticamente para minha cintura e eu repeti o movimento, ele me olhou e eu indiquei o telefone. Enfiei uma mão por baixo da barra de sua regata e deixei minhas unhas arranharem seu baixo ventre, Liam encolheu a barriga e deu uma leve afastada no telefone para gemer. Fiz uma cara de brava e segurei sua mão o obrigando a colocar o telefone de volta na orelha.

– Comporte-se Payne, você está trabalhando… - eu disse baixo tomando cuidado para minha voz não sair na ligação.

Liam falava coisas que eu não prestava atenção na tal da entrevista e eu só esperava que aquilo durasse tempo suficiente para que eu pudesse colocar minhas idéias em prática. Comecei a fazer movimentos com meu quadril em cima de Liam, enquanto o arranhava e beijava aonde eu conseguia alcançar. Ele jogou a cabeça para trás apertando os olhos e os punhos tentando se controlar, e eu deixei um sorriso escapar o sentir a ereção de Liam se formando abaixo de mim. Ainda me pressionei mais em Liam, e então sem avisar e nem nada eu saí de seu colo. Vi Liam fazer uma careta entre o decepcionado e o aliviado e voltar a falar normalmente. Eu ri e me ajoelhei em sua frente. Deslizei minhas mãos pelas coxas de Liam que arregalou os olhos novamente, passei minhas unhas por seu tornozelo e subi até onde sua bermuda me permitia. Voltei a arranhar seu abdômen, e desci até a barra de sua bermuda, fiquei deslizando minhas unhas por aquela região como se fosse a coisa mais entediante do mundo. Liam tentou segurar minha mão mas lhe desferi um tapa olhando-lhe séria. Abri os botões de sua bermuda e o zíper e Liam me olhou preocupado me arrancando um sorriso novamente. Sem pensar muito abaixei sua bermuda e sua cueca de uma vez só e dei uma risadinha ao ver que sua ereção já estava bem avantajada. Distribui beijos pelas coxas de Liam, deslizando minhas mãos por toda sua perna, fingindo ignorar totalmente o membro pulsante à minha frente. Fiquei enrolando e provocando Liam calmamente, e então quando Liam olhou para cima pra tentar se concentrar em uma resposta eu vi a minha deixa. Enfiei o membro de Liam inteiro em minha boca e o escutei soltar um gemido alto. Olhei para ele que me olhava ofegante.

– Eu…. chutei o sofá… - escutei Liam tentar se justificar.

Pulei toda aquela parte de ir com calma no começo, eu queria fazer Liam ficar em minhas mãos como eu ficava nas dele, e pra isso não poderia dar tempo para ele pensar, ou até pra mim mesma pensar ou provavelmente eu iria morrer de vergonha. Apoiei minhas mãos nas coxas de Liam e confesso que apertei de propósito, deixando a marca de minhas unhas de leve. Chupei a pontinha circulando com minha língua e tive que conter o riso ao ver Liam apertar os olhos e pedir para a pessoa do outro lado da linha repetir a pergunta. Comecei a torturar Liam, deslizando minha língua lentamente por toda a extensão de sua ereção. Sem pressa. Protegi os dentes com o lábio e o envolvi com a boca fazendo pressão na cabeça e voltando a chupá-lo. Percebi Liam agarrar a beirada do lençol e apertar as mãos. Aumentei o ritmo, e depois parei e novamente Liam grunhiu, e disfarçou com um pigarro, como se estivesse limpando a garganta. Ah mas eu faço questão de procurar essa entrevista pra escutar depois na internet. Saí de meus devaneios quando escutei Liam dizer que responderia apenas mais uma pergunta pois precisava desligar. Precisava porque? Sorri internamente com minha cara de pau e sem pensar duas vezes comecei a chupar Liam intensamente e vi que ele deixou a marca dos dentes em seu lábio tentando conter-se. Assim mesmo Liam. Respirei fundo e forcei todo o membro de Liam em minha boca, sentindo-o em minha garganta, Liam deu um murro no sofá e quando olhei em seus olhos pude ver sua pupila dilatada, e um arrepio subiu por minha coluna ao ver a cara de predador de Liam. Voltei a chupá-lo e novamente o forcei contra minha garganta, não era a melhor das sensações uma vez que Liam era realmente bem dotado, mas eu não ligava, apenas queria enlouquecê-lo e pelo visto estava funcionando. Senti o membro de Liam ficar ainda mais duro em minha boca e percebi que ele gozaria, ótimo, quero só ver como ele vai fazer pra se controlar no telefone. Concentrei-me em chupar a ponta enquanto masturbava o resto e quando percebi que Liam se segurava eu não pensei duas vezes. O engoli todo o sentindo bater em minha garganta. Seguido pelo gozo de Liam. Levantei os olhos a tempo de ver Liam desligar o telefone e jogá-lo longe ao mesmo tempo em que soltava um verdadeiro grito de alívio. Continuei chupando-o fingindo que nada estava acontecendo. E os gemidos de Liam atingiam meus ouvidos como bombas eróticas… Depois de gozar, Liam soltou seu peso no sofá e deitou a cabeça no apoio aparentemente tentando respirar, dei um sorrisinho e me levantei como se nada tivesse acontecido, dei um pequeno selinho em Liam e saí da sala deixando-o sozinho. Voltei para o quarto e tomei um banho rápido. E gelado. Confesso que eu tinha um sorriso idiota no rosto. Eu tinha conseguido domar Liam Payne! Há, eu sou foda! Saí do chuveiro cantarolando, me sentia bem. Mas congelei quando entrei no quarto. Liam estava deitado na cama com as costas apoiadas na cabeceira, só vestindo sua bermuda, sem camisa e descalço,com os braços ao redor da cabeça e de olhos fechados. Meus Deus, ele estava querendo me matar era isso? Só podia. Tentei ignorar a visão do paraíso e me direcionei ao closet.

– Hey (S/N)… - parei no meio do caminho. Sempre tive uma tara pela voz de Liam, mas ela nunca havia soado tão sexy, tão … sombria. Não consegui falar nada, apenas me virei para ele - Você acha mesmo que está tudo bem? - ele disse abrindo os olhos e senti alguma coisa repuxando-se no meu estômago - Acha que vai brincar comigo em rede nacional e vai ficar tudo bem? Ah amor… você não sabe com quem brincou…

Liam levantou-se e eu engoli em seco. Meu deus aonde foi parar o Liam fofo e carinhoso de sempre? Liam andou até mim e eu simplesmente não conseguia me mover. Senti ele enroscar sua mão em meu cabelo e me puxar para si possessivamente e em pouco tempo sua língua invadia minha boca. Liam me beijava exigentemente. Uma mão me mantendo colada a si pelos cabelos e outra simplesmente arrancou minha toalha, jogando-a em algum lugar do quarto. Liam me ergueu do chão e em um movimento rápido me jogou na cama. Assisti ele se aproximar da cama lentamente, não falava nada. Apenas ficou lá, me encarando com aqueles olhos sombrios. Liam deslizou a ponta de seus dedos sobre a pele descoberta de minha barriga e eu me contorci lentamente, como um simples toque podia fazer aquele turbilhão de sensações passar por meu corpo? Liam inclinou-se em minha direção e senti sua boca em meu pescoço ele deslizava a língua por minha pele deixando um rastro de algo que eu podia jurar ser mais quente do que fogo. Beijou meus ombros e toda a extensão de meus braços, até que finalmente chegou em meus seios, e assim como eu havia feito com ele mais cedo, Liam simplesmente os envolveu com a boca, sem aviso nenhum, eu arfei. E levei minhas mãos até seu cabelo. Liam em um movimento rápido imobilizou meus dois braços acima da minha cabeça.

– Fique quieta mocinha, trate de se comportar ou serei obrigado a te amarrar… - ele disse olhando em meus olhos e eu senti o efeito bem em minha região sul. Liam me deu um selinho e puxou meu lábio inferior em uma mordida extremamente sexy.

E então ele voltou ao que estava fazendo. Envolveu meu seio em sua boca, e o chupava quase dolorosamente. Quase, porque era bom demais pra me importar. Liam prendeu suavemente um de meus mamilos em seus dentes e puxou me fazendo soltar um gemido. Oi? Da onde saíram todas essas sensações? Liam repetiu todo o processo no outro seio e sério, isso estava me deixando louca. Senti a língua dele passear por toda a extensão de minha barriga e não pude evitar de contorcer na cama ao sentir sua bocha chegar perigosamente perto da onde eu queria. Da onde eu precisava que ele chegasse. Foi então que Liam simplesmente parou e me levantou o olhar.

– Eu avisei… - ele disse balançando a cabeça em uma negação e se levantou. Por alguns segundos ele sumiu no closet e voltou segurando uma gravata e um cinto. Arregalei os olhos.

– Liam o que você vai fazer?- eu disse confesso que assustada

– Já falei pra ficar quieta. – ele disse simplesmente e juntou novamente minhas mãos acima de minha cabeça e as amarrou com a gravata, fiquei mais aliviada ao ver que ele usou o cinto para me prender na cama. Aliviada? Qual é ao meu problema. Bom ele poderia resolver me dar uma surra pelo que fiz hoje de manhã. Arregalei os olhos em entendimento. Liam estava se vingando pelo… “incidente” do telefone. E se eu for honesta comigo mesma tenho que admitir que estou adorando. Tentei puxar minhas mãos e vi que Liam as havia realmente imobilizado. Como foi que ele aprendeu a dar um nó desse? Não me lembro dele dizendo que era escot.. Woah! Liam foi direto ao ponto. Assim sem enrolação sem nenhuma enrolação ou aviso eu senti a língua dele em minha intimidade, e tenho que admitir que aquilo estava cretinamente gostoso. Não sei o que estava mais sensual, sentir a boca de Liam me massageando daquela forma ou o olhar filho da puta que ele me direcionava. Eu queria fechar os olhos mas não conseguia me desprender de seu olhar. Eu não conseguia nem ao menos encontrar minha voz pra gemer, era como estar em um transe. Um transe sexual chamado Liam Payne. Senti Liam me penetrar com um dedo enquanto circundava meu ponto de prazer com a língua. Ele brincava com seus dedos no meu interior me preparando para ele, droga que se fodesse a preparação, eu queria Liam dentro de mim logo , eu me sentia tão quente… Eu PRECISAVA dele dentro de mim ou eu tinha certeza que derreteria. Ali em seus braços. Liam voltou a sugar meus seios ainda me provocando com seus dedos e minha voz aparentemente lembrou que existia quando um gemido saiu de meus lábios.

– Quieta - Liam disse e enfiou mais um dedo em mim como que me desafiando a gemer, mordi meu lábio e ele me direcionou um sorrisinho - Boa menina.

Minha mente estava dividida entre insultar Liam com os piores palavrões que eu conseguisse pensar e gemer loucamente. Eu não podia fazer nenhum dos dois uma vez que eu não me encontrava em condições de pensar em nenhum palavrão e tão pouco podia gemer. Então eu fiquei ali, simplesmente sentindo e esperando o momento em que eu simplesmente entraria em combustão. Vi Liam colocar uma camisinha e internamente dei graças a deus, minha tortura estava chegando ao fim. Engano meu. Liam me segurou pelas coxas abrindo mais minhas pernas, e ficou ali, se esfregando em mim de um jeito filha da puta!

– Liam por favor… - Eu disse tentando não gritar e impulsionando meus quadris a seu encontro.

– Eu vou fazer o que eu quiser e quando eu quiser, agora quieta se não quiser que eu te amordace também - Liam respondeu calmo, como se estivesse falando sobre a droga da previsão do tempo. Enquanto me penetrava com a ponta de seu mebro, prendi a respiração fechando os olhos, mas os abri rapidamente quando ele simplesmente saiu. NÃO, NÃO, NÃO NÃO, VOLTA AQUI E TERMINA ISSO!

Liam ameaçava me penetrar, e em seguida saia, depois se esfregava em mim, e depois me provocava de novo e então me penetrou. De uma só vez e eu soube que se eu não explodi naquele momento não explodiria nunca mais. Foi completamente impossível controlar um gemido que se alguém escutou jura que é um grito de escapar por meus lábios ao senti-lo dentro de mim.

– Eu não disse que podia gemer - Liam disse e eu senti ele desferir um tapa em minha coxa. Um tapa forte, mas que sendo honesta foi mais gostoso do que doloroso.

Liam se movia intensamente dentro de mim, eu escutava o barulho de seus quadris contra os meus, e sua respiração arfante, sentia a firmeza com que me penetrava e que suas mãos passeavam por meu corpo. Era intenso. Muito intenso. Liam puxou uma de minhas pernas mais para cima e e me penetrou com força conseguindo me provar que dava pra ir ainda mais fundo. Senti sua boca colada em minha orelha.

– Agora você pode gemer - ele disse se enfiando novamente em mim.

Mas eu não tive tempo de gemer porque Liam roubou meus lábios em um beijo, tentei puxar minhas mãos mas a droga do nós estava muito bem feito, sendo assim tudo que pude fazer foi retribuir o beijo. Minha cabeça rodava e senti meu corpo se contraindo do modo característico do orgasmo, eu sentia Liam invadindo minha alma, e roubando minha boca. Eu era dele, simples assim. Rebolei meu quadril de encontro ao dele e foi a vez de Liam gemer contra meus lábios, e eu repeti o movimento só porque adorei escutá-lo gemendo. Nós nos entregamos um ao outro como nunca havia acontecido, e quando chegamos ao orgasmo juntos eu soube que era assim que tudo deveria ser, eu nos braços dele e ele nos meus.

Ele saiu de mim e eu me deixei apenas observar o quão lindo ele estava com aquele cabelo bagunçado pós-foda e o rosto afogueado. A forma como seu peito subia e descia em busca do ar que também me faltava. Meu deus eu poderia repetir isso pro resto da minha vida e desconfio que além. Ele foi até o banheiro creio que se livrar da camisinha, e voltou com um sorriso. Era meu Liam de novo. Ficou parado me olhando.

– Hãm… Será que agora pode me soltar? - Eu disse e tive que pigarrear porque minha voz não saia direito.

– Ainda estou decidindo, me agrada a idéia de você amarrada a minha cama pra sempre - ele sentou-se ao meu lado e deslizou a mão por meus braços - só pra mim, pro que eu quiser…
Eu arfei. Porra, proposta aceita. Mas ele riu e em seguida eu sentia meus braços sendo libertos, fiz uma careta ao sentir uma dor na região. Liam pegou e desamarrou-me da gravata e sem seguida depositou um beijo em cada pulso. Em seguida me puxou para um beijo inesperado, um beijo diferente. Não sei dizer, em que, apenas era diferente. Era um outro Liam que me beijava. Um Liam mais maduro, era o beijo de um homem e não do meu garoto. Mas quando ele partiu o beijo e me olhou, eu vi no seu sorriso doce que o meu Liam ainda estava ali. E como mágica eu tive certeza que me apaixonei mais por ele.


Mini Imagine com Niall

Créditos: sexyt0mmo.tumblr.com


Já faziam dois meses que Niall tinha saido em uma mini turnê. Nesse meio tempo eu descobri que estava grávida, e eu ainda não tinha contado pra ninguém. Niall e os garotos chegariam amanhã, eu ainda estava me preparando para contar pra ele sobre a gravidez. Parei de pensar sobre isso e fui dormir, afinal estava muito cansada dos preparativos para a chegada do Niall.
Acordei no outro dia de manhã bem cedinho, eu faria um jantar especial pro Niall e contaria a notícia pra ele. Sai em em direção ao mercado, compraria as coisas para o preparar o jantar. Niall me mandou uma mensagem avisando que chegaria de tarde.
As horas passavam e eu ficava cada vez mais nervosa, logo Niall estaria em casa e eu estaria preparando o jantar pra contar a novidade. Como será que ele reagiria ?
Deixei esses pensamentos de lado e resolvi descançar um pouco. Passado algum tempo, acordei com alguém fazendo carinho no meu rosto, abri meus olhos e me deparei com o rosto perfeito do meu anjo, ele estava com um sorriso lindo estampado no rosto.
“Meu amor, eu estava morrendo de saudades” Eu disse a Niall enquanto o abraçava.
“Também senti saudades minha princesa” Ele me disse enquanto dava um beijo em minha testa.
Eu estava com a cabeça encostada em seu peito e me afastei um pouco para olhar em seus olhos.
“Vou preparar um jantar especial hoje. Por que você não sobe e descansa um pouco enquanto eu preparo tudo ? Afinal você deve estar cansado do voo”
“Já que é assim, eu vou subir e vou tomar um banho e depois descansar um pouco”
“Ok, vai lá então amor”- Eu lhe disse.
Ele me deu um beijo e logo após subiu pra descansar. Ótimo, tudo estava andando conforme o planejado. Comecei a preparar o jantar, as horas iam passando e meus nervos estavam a flor da pele.
Acabei de arrumar as coisas pro jantar e subi pra me arrumar. Tomei um longo banho relaxante e me preparei. Fui em direção ao quarto e parei ao lado da cama. Niall estava deitado ainda dormindo, abaixei um pouco e comecei a passar a mão pelo rosto dele. Depois de alguns minutos, eu finalmente consegui acorda-lo e desci enquanto ele tomava banho e se arrumava.
Ajeitei os últimos detalhes e logo ele desceu. Sentamos na mesa e o Niall olhou pro se prato e estranhou já que eu tinha botado uma tampa protetora em cima do seu prato. Ele olhou pra mim e eu apenas sorri e o incentivei a tirar a tampa. Ele me olhou estranho mais uma vez e logo colocou a mão sobre a tampa pra poder retira-la. ele tirou a tampa e ficou um tempo olhando para o prato e e tentando assimilar as coisas. Eu o olhava ansiosa, esperando uma reação dele.
“Amor isso é sério ? Você ta grávida?” - Ele me perguntou enquanto ainda olhava em choque pro sapatinho branco de bebê que estava em seu prato.
“Sim, eu descobri logo um pouco depois de você sair na mini turnê” - Eu lhe respondi ainda esperando uma reação dele.
“Ai meu Deus eu vou ser pai. Amor eu tô tão feliz” - Ele falou enquanto sorria e vinha ao meu lado para me abraçar.
“Quando descobri que estava grávida eu fiquei tão nervosa, achei que você não fosse gostar muito da ideia de ter um filho agora” - Eu disse enquanto afundava a minha cabeça na curva de seu pescoço e apertava mais os meus braços a sua volta.
“Eu adorei a ideia de ser pai, principalmente de um filho seu.” - Ele me respondeu enquanto dava um leve beijo em minha testa.
“Bom então o que você acha de nós terminamos de jantar agora ?” - Eu disse soltado do seu abraço.
“Eu acho uma ótima ideia” - ele disse enquanto sorria.
Ao longo do jantar ele já fazia vários planos e logo que terminamos ele ligou para os meninos para contar a novidade.



Feliz Ano Novo :)

Oi minha gente !

Bom, passando rapidinho pra desejar a todos um ótimo, iluminado Ano Novo !
Que 2014 seja mais do que especial e maravilhoso !


' São 365 novas folhas em branco para você escrever o que quiser. E fazer sua história de amor, de drama, de sofrimento, seja lá qual for, acontecer. '


Espero que seja lindo e que mude suas vidas pra melhor :)

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Novidades vem ai, e me perdoem pela ausência !

G.V.

Don't Say Goodbye - Capítulo 04

Don't Say Goodbye
Capitulo 04

(Ella On)

Cidade de Blackpool, 06:00 da manhã, segunda-feira, 03 de Fevereiro

Que merda é essa tocando desesperadamente? Tateei meu criado mudo atrás daquela fonte de som insuportável. Será que ninguém sabe que eu odeio, ODEIO, acordar cedo? Depois de tatear o criado mudo e não achar nada, abri meus olhos e vi meu celular no chão tocando. Que merda! Amanhã vou deixar isso no silencioso.

Respirei fundo e sai da cama, nesse mesmo momento meu corpo se enrijeceu por causa da corrente de ar fria que entrou em contato com meu corpo quente, assim fazendo com que eu me lembrasse que estava bastante frio essa manhã.

Fui ao meu banheiro e tomei o banho mais rápido da minha vida. Assim que sai do mesmo coloquei a primeira roupa que vi, peguei meu material escola e desci rumo a cozinha de casa. Quando cheguei na mesa, não havia ninguém ali. Não é novidade nenhuma, eu acordar e ter que passar o dia sozinha. Fui até a geladeira e lá havia um bilhete, escrito assim:

"Bom dia filha, desculpa por não podermos estar presente hoje em casa, mas você sabe muito bem que andamos muito ocupados. Porém vamos dar um jeito de lhe recompensar por todos esses dias em que lhe deixamos sozinha. Tenha uma boa aula e um ótimo dia. Beijos mamãe e papai!"

Revirei os olhos após ler aquele bilhete. Abri a porta da geladeira, peguei o leite e fechei a porta da mesma. Abri o segundo armário de cima depois da geladeira e peguei uma tigela. Deixei o leite e a tigela em cima da mesma, andei até o terceiro armário em cima perto do fogão e peguei uma caixa de cereal. Fui até a mesma e sentei na mesma. Coloquei o leite e o cereal na tigela, mas estava faltando uma colher. Ótimo! Tinha que esquecer da colher. Me levantei e peguei a colher na gaveta do lado do fogão. Volte a me sentar e finalmente pude comer em paz.

Assim que terminei de comer, coloquei as coisas em seus devidos lugares: armário, geladeira e pia. Corri até  meu quarto, entrei no meu banheiro e escovei meus dentes, assim que terminei peguei minhas coisas e corri para a escola.

Por sorte cheguei a tempo de assistir a primeira aula, na qual eu me arrependo profundamente. Matemática. A pior matéria criada pelo homem. Eu até acharia matemática uma ótima matéria se o professor não fosse um velho, gordo e mal amado que se acha. O lado bom é que...pera, não tem lado bom. Depois de cinquenta minutos...cinquenta...como pode ter tanto tempo para uma matéria tão...Bom, voltando...estava indo para a minha próxima aula, por onde passava todos me olhavam com desejo ou inveja, tenho que admitir que era muito bonita, mas nunca me importei com aparência, principalmente a minha.

Cheguei na sala e me sentei no meu lugar, logo as nojentas da escola chegaram. Ainda na porta ficaram me encarando, eu apenas retribui a encarada, já to até vendo que hoje elas vão me encher o saco.

As aulas passaram rapidamente, finalmente o intervalo. Saí da sala e fui até meu armário. Abri a porta do mesmo, após colocar a senha dele, deixei os livros que não precisaria mais e peguei o livro de biologia, na qual era a próxima aula. Fechei a porta do meu armário e tomei um grande susto.

Eu- Está tentando me matar?
xx- Não, apesar de ser uma ótima ideia, mas ia sentir a sua falta.
Eu- Valeu, Victoria. Sua sinceridade me anima cada vez mais.- falei e ela revirou os olhos.
Victoria- Vamos?
Eu- Não estou afim de ir até lá...- apontei na direção do intervalo.
Victoria- Eu já sabia disso e peguei nossos lanches, mas deixei ele lá no gramado, então...- falou ela e saiu andando.
Eu- Me espera!- falei alto o suficiente para ela ouvir.

Victoria era a minha única amiga naquele colégio, acho que a única que falava sempre a verdade para mim mesmo que doesse e muito. Conheci ela por acaso, eu estava atrasada para a aula de matemática- como sempre- e nos esbarramos.

Flash Back On

Quem manda dormir tarde e querer acordar cedo? Mas como sou bem complicada...aqui estou eu correndo pelos corredores silenciosos da escola. Faltava só dois corredores para conseguir chegar em minha sala, mas fui impedida por algo se chocando com o meu corpo, fomos eu e a pessoa ao chão.

Eu- Desculpa! Não queria te derrubar.
xx- Ah sim....não sabe o quanto eu to acreditando.
Eu- Já pedi desculpas, quer mais o quê?- perguntei levantando e a encarando.
xx- Que a rainha da perfeição olhe por onde anda.- falou a garota de frente pra mim.
Eu- Rainha da perfeição??...Olha se eu tivesse tempo a perder eu continuaria essa idiotice, mas não tenho. Fui!- falei passando por ela.
xx- Eu ainda não acabei...- eu a olhei de cima a baixo.
Eu- Sim, você acabou. E se quiser resolver isso depois tem o intervalo e a saída, mas agora tenho uma prova e não irei perder nem por você, nem por ninguém.- ia sair andando, mas fui interrompido por uma mão segurando meu pulso.
xx- Matemática??
Eu- Sim, por quê?
xx- Ele ainda não chegou. Antes que eu me esqueça, sou Victoria.
Eu- Prazer, sou Ella.
Victoria- Sei quem você é. Você é bem popular, mal cheguei na escola e já fui orientada a me manter longe de você, queria saber por quê?
Eu- Nem eu sei essa resposta, mas desde que estudo aqui fazem isso.- falei dando um sorriso fraco.
Victoria- Não importa mais, pois agora eu estou aqui.- falou ela dando um grande sorriso e eu fiz o mesmo.

Flash Back Off

Fomos até a parte gramada da escola, nos sentamos no chão mesmo e comemos. O sinal bateu avisando o final do intervalo e o começo do inferno. Não me entenda mal, eu amo biologia, mas as pessoas da minha sala não cooperam em nada para a aula ser legal. Me levantei calmamente, agradeci Vick e fui para a minha sala.

A aula como sempre foi chata e as próximas aulas não foram as melhores, mas foi uma das mais engraçadas. Educação Física. Meninas patricinhas que não jogam e nem sabem fazer nada jogando para chamar atenção de algum dos meninos do time de futebol. Admito no time havia alguns menino bem bonitos e alguns lindos, mas esses só eram lindos com a boca fechada, pois ela aberta transformava eles em monstros feios. Eu nunca fui fã de ficar puxando o saco de alguém do time, sempre fui a "Linda Estranha", que apelido maneiro.

O sinal bateu. Mais um dia de aula chegava ao fim e minha alegria foi demais. Praticamente corri para o vestiário e me troquei, tomaria banho em casa. Fui até meu armário e peguei os livros do dia seguinte, após fazer essas coisas fui direto para a saída. Advinha que estava me esperando?....Victoria?...Não, longe disso, mas as garotas nojentas da minha turma.

xx- Ella!!- exclamou uma delas.
Eu- O que você quer??
Xx- Calma querida!- falou ela fazendo careta de nojo no final da fala.- Só queremos conversar sobre a aposta.
Eu- Que aposta?
xx- Que fizemos para você...
Eu- Fizeram uma aposta para mim sem eu pedir??
Xx- Ela aprende rápido....
Eu- Minha mão na sua cara também vai ser rápida...
Victoria- Calma.
xx- Ouça sua amiga ai.
Victoria- As vezes tenho dó de você, Anastácia.
Anastácia- Bom para você!- falou ela dando uma risadinha.
Xx- Vamos ao que interessa...
Eu- A aposta, certo Griselda?
Griselda- Apostamos que você faria um vídeo e mandaria para o The X Factor, mas caso não aceitasse teria que transar com um dos jogadores do time a nossa escolha.
Eu- Que mais?
Anastácia- Nada!- falou dando de ombros e eu olhei para Victoria.
Eu- Qualquer vídeo?
Anastácia- Você tem que cantar...- parou ela para pensar e eu apenas bufei.
Victoria- Cantar...???- perguntou ela desesperada, se não estivesse em um momento tenso teria rido.
Griselda- Como você enrola. É só cantar I Can't Stop Loving You do Ray Charles..- UAU! Elas estudaram bastante, se bem que acho que elas pediram a alguém essa música e tenho uma leve ideia de quem seja.
Eu- Pode ser, mas Vocês vão ter que deixar eu e Victoria em paz pelo resto do ano. Feito?- estiquei a mão direita para ela.
Anastácia- Feito!- falou ela apertando a minha mão.

Virei meu corpo e saí puxando Victoria comigo. Assim que saímos da escola fomos em direção as nossas casas em silencio.

Paramos em frente a casa dela e nos encaramos.

Victoria- Você vai mesmo cantar??
Eu- Vou! Não vejo nada demais nisso.- falei dando de ombros.
Victoria- Não se faça de forte, não comigo.
Eu- Não estou me fingindo de nada.
Victoria- Que seja! Porém você só vai fazer esse vídeo quando eu for para a sua casa mais tarde, vou dormir lá.- falou ela sorrindo.
Eu- Uau! Tudo bem, né? Não tem como fazer mudar de ideia ao menos não agora.
Victoria- E nem depois.- ri daquilo.
Eu- Ok, Vick! Vou para casa dar uma arrumada em tudo e tomar um bom banho.
Victoria- Até logo!
Eu- Até!- falei acenando para ela enquanto andava.

Fui calmamente para casa.

Assim que cheguei na mesma, abri a porta e entrei. Deixei minha bolsa jogada na sala e fui para a cozinha. Fui até a geladeira e observei que na mesma havia um bilhete, respirei fundo e peguei o mesmo. Abri o mesmo e li:

"Filha, eu e seu pai, teremos que viajar para a França. Esperamos que você entenda e para lhe recompensar traremos presentes. Depois ligaremos, assim que der, para conversarmos melhor. 
                                                                                                Com amor, mamãe!"

Eu amassei o bilhete e joguei em qualquer canto daquela cozinha, instantaneamente senti meus olhos arderem e logo as lágrimas caírem rolando pelo meu rosto. Que merda! Eu não queria presente nenhum como recompensa só queria meus pais ali comigo. Agora, que eu iria precisar tanto deles por causa dessa aposta, talvez eles pudessem me dar algum conselho de como agir ou o que fazer, mas não para eles trabalho em primeiro lugar. Estava cansada de ser forte e deixei todas as lágrimas saírem...

Quando dei por mim, soluçava igual uma garotinha, tentei me controlar, mas não deu muito certo. Respirei fundo após vinte minutos, ainda fungava fortemente devido ao choro.

Me levantei daquele chão gelado, na qual mal me lembrava de como havia parado ali, e fui para o meu quarto.

Assim que entrei no mesmo, já fui arrancando minha roupa ficando só de lingerie, olhei no relógio e faltava uma hora para Victoria chegar em casa, eu tinha que tirar essa cara de zumbi do rosto antes dela aparecer. Só fui tomar banho, pois não havia tomado na escola. Blackpool ainda estava fria e seu céu agora possuía uma mistura de cinza escuro com um azul, provavelmente choveria. Bufei e fui tomar meu banho logo.

[...]

Estava encarando meu closet, não estava afim de colocar alguma roupa, só queria deitar na minha cama e dormi. Antes de pegar alguma coisa lá dentro a campainha tocou. Bufei e sai do meu quarto só de lingerie mesmo.

Cheguei na porta e a abri, dando de cara com Victoria e mais dois garotos. No mesmo instante senti meu rosto queimar, mas ignorei.

Eu- O ultimo que entrar, feche a porta!- falei dando as costas para os três e já ia subindo as escadas, quando ouvi meu nome ser chamado.- Sim?
Vick- Você não tem roupa, não?- perguntou ela levantando uma das sobrancelhas.
Eu- Te tenho, mas que culpa tenho eu se vocês chegaram quando eu acaba de sair do banho.- dei de ombros e voltei a subir as escadas.

Cheguei no meu quarto, completamente envergonhada, voltei a meu closet e procurei algo que fosse rápido para se vestir, no final coloquei qualquer roupa e desci.

Mal coloquei meus pés no ultimo degrau e senti três olhares curiosos sobre mim, tentei não corar, mas não deu certo e como sempre disfarcei.

Eu- Então...?- perguntei olhando para cada um ali.
Vick- Ah é! Este é meu primo Daniel, mas o chame de Dan e o seu amigo Rick.- apontou ela para cada um. Daniel até que lembrava Victoria, ele era moreno, cabelos lisos e pretos, olhos castanhos escuros e parecia ter um corpo natural. Já Rick era forte, cabelos encaracolados e loiros escuros, olhos azuis e moreno.
Eu- Prazer e espero que não tenham se incomodado com a visão anterior.- falei irônica.
Rick- Até que foi...- ele foi interrompido por uma cotovelada nada discreta de Daniel.
Dan- Calado!
Eu- Deixe ele falar, Daniel.- pedi sorrindo, Victoria apenas observava toda aquela cena se segurando para não rir, a infeliz me conhecia muito bem para saber que eu ia aprontar alguma.
Rick- Eu ia dizer que foi uma ótima visão, mas ainda bem que minha namorada não estava por perto.- falou ele dando de ombros. Olhei para Victoria e percebi que ela ficou triste com o que ele disse.

Para tudo...minha melhor amiga, gosta daquele Rick?

Abri um sorriso enorme e depois mexi as sobrancelhas para ela, que riu e fez que não com a cabeça.

Eu- Obrigada pela sinceridade.- sorri para ele.
Vick- Quem vê acha que é educada desse jeito...- falou ela rindo.
Eu- Mais ai que esta minha cara Victoria, eu sou muito educada, mas só uso de vez em nunca...- falei rindo. Logo uma conversa bem animada se iniciou na sala da minha casa.

Pedi uma pizza para jantarmos e continuamos a nossa conversa. Mais infelizmente Vick me lembrou que eu tinha de cumprir aquela aposta idiota.

Dan- Que aposta?
Eu- Explica ai para eles...vou arrumando as coisas lá em cima.
Vick- Ok.

Nem esperei qualquer outra pergunta e corri ao meu quarto, peguei meu notebook, câmera e meu celular que havia ficado jogado em cima da minha cama.

Desci as escadas correndo e me sentei do lado de Victoria.

Dan- Você esta pronta?
Eu- Na verdade? Não, mas o que pode acontecer de mais?
Rick- Qualquer coisa estamos aqui do seu lado.- falou ele sorrindo e abraçando Victoria. Que ficou corada e suspirou nervosa.

Liguei meu computador, peguei minha câmera, arrumei meu cabelo e assim que ele ligou entrei no site do X Factor. Acessei o link, na qual estava escrito "Se inscreva aqui!", fiz todos aqueles processos descritos e cantei a bendita música I Can't Stop Loving You do Ray Charles. Victoria me abraçou e sorriu.

[...]

Os meninos haviam ido embora e Victoria já se encontrava dormindo na minha cama. A cobri e me deitei ao seu lado, fiquei pensando em tudo o que poderia acontecer e o que já havia acontecido. Senti meus olhos pesarem após várias horas. Fechei minhas pálpebras e dormi.




Autora: Bom, peço desculpas pela demora, quero deseja um Feliz Ano Novo a todos vocês, que nesse ano conquistemos tudo aquilo que não conseguimos no ano passado e que esquecemos todas as mágoas que 2013 nos trouxe.
Beijos e até! xXx

Don't Say Goodbye- Capítulo 03

Don't Say Goodbye
Capitulo 03

(Seunome On)

Mal cheguei no refeitório e lá estavam Benjamin e Diogo, nos muros. Respirei bem fundo, ninguém merece, quer saber, deixa eles se matarem um pouco, quando forem chamar o diretor eu puxo meu irmão dali.

Passei reto por eles, fazendo com que algumas pessoas me olhassem com caras de "você não vai se meter?". Fui em frente a tia Lucille.

Lucille era uma senhora muito simpática, desde que entrei na escola ela tomava conta da cantina da escola. Ela devia ter seus 70 anos, mas estava sempre firme e forte, vivia sorrindo, às vezes ela ficava triste quando a imbecil da Andreza lhe dizia algo terrível, mas eu, como sempre, me metia. E nunca acava bem, mas esse ano não podia me meter em confusão.

- Bom dia querida, o que vai querer?- perguntou ela com um sorriso muito simpático.

Olhei o que havia ali para comer, acabei escolhendo um bolo de prestigio, uma maçã e um refrigerante, mas aproveitei e peguei uma garrafa com água.

Eu- Obrigada, Lucille.
- Não há de que, querida!

Comi minha maçã e olhei onde estava ocorrendo a briga, bufei irritada, eles ainda estavam se matando. Comi meu bolo rapidamente e tomando meu refrigerante fui andando calmamente até os dois.

Conforme ia me aproximando as pessoas abriam caminho para eu passar. Fiquei na primeira fileira, assistindo tudo de camarote, terminei de tomar meu refrigerante e deixei a lata com um garoto que mal vi o rosto. Logo em seguida, abri a tampa da garrafa de água, andei calmamente na direção do Diogo, e virei todo o conteúdo da garrafa nele.

Nisso toda a escola que no momento gritava coisas como: "Briga, briga, briga...", "Soca ele Ben", "Dá uma de direita nele, Diogo", "Derruba logo ele, Ben", ficaram em silêncio.

Diogo- Você não fez isso...!
Eu- Fiz e faço novamente.
Diogo- Eu vou te matar.- nisso ele veio para cima de mim. Eu estava preparada para apanhar, mas também estava pronta para bater. Mais o impacto não aconteceu.

Abri os olhos e vi algo bem inédito, a minha frente estavam meu irmão e um garoto de cabelos escuros, de topete, ele estava usando uma jaqueta de couro preta e uma calça jeans  escuro, calçava um vans preto, mas foi só o que percebi.

Ben- Bate nela e eu te mato, Diogo.
Diogo- Duvido muito disso, mas e você novato está se metendo, por quê?
xx- Porque não se deve bater em uma mulher mesmo que ela provoque.
Eu- Então eu parar toda essa confusão significa que eu provoquei...?
xx- Não disse isso.
XX- O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI??- perguntou gritando o diretor João. Ele tinha seus 35 anos, mais ou menos, eu gostava dele, ele era legal, nunca me dava broncas, sempre que eu ia parar na diretoria ficávamos conversando sobre diversos assuntos ou eu simplesmente o ajudava em algum assunto matemático. Eu tinha de admitir sempre tirava notas altas em matemática, mesmo que odiasse a professora.- SEUNOME, DIOGO e BENJAMIN, MAL COMEÇOU O ANO E JÁ VOU TER DE VER VOCÊS EM MINHA SALA. Ainda por cima está levando um dos alunos novos para esse caminho.
Eu- O novato não fez nada, só entrou na frente de um soco que eu ia levar.- defendi aquele garoto.
João- Tudo bem, mas quero vocês três em minha sala, imediatamente! Enquanto o resto da escola para as suas classes, AGORA!!

Aos poucos todas aquelas pessoas iam se dispersando cada um para a sua devida sala, Diogo e Ben, já estavam indo para a sala do diretor, no patio só ficamos eu e o novato.

Eu- Obrigada por me defender! Apesar de não saber seu nome.
xx- Não foi nada e me chamo Zayn. É Zayn Malik!- falou sorrindo com língua entre os dentes. Que lindo! Se controla, garota.
Eu- Prazer, Zayn?
Zayn- Isso! E o seu?
Eu- Ah, é! Sou Seunome Hunt.- falei estendendo a mão, Zayn então pegou a minha mãe e nos cumprimentamos.
Zayn- Você é bem interessante.
Eu- Obrigada! Eu acho.
Zayn- Espero que sejamos amigos.
Eu- E seremos, mas é melhor eu correr, antes que um diretor irritado, volte gritando por mim.- após falar ri só de imaginar a cena, fui acompanhada por Zayn. Sua risada era tão fofa e contagiante.- Até mais.
Zayn- Até!- falou ele indo para algum lugar.

Fui correndo até a sala do diretor. Quando cheguei na porta só dava para ouvir os gritos do diretor com Benjamin e com Diogo, que moleque, ele me paga. Me sentei em uma daquelas cadeiras que fica no corredor, observando o movimento da secretaria.

Até que a porta se abriu e de lá sairam dois garotos com a cara fechada. Ouvi meu nome ser chamado e entrei na sala.

João- Conte-me o que houve e não minta.

Respirei fundo e contei absolutamente cada detalhe do que houve, tudo isso olhando diretamente em seus olhos.

João- Uau! Estou impressionado, então quer dizer que você não estava envolvida nessa briga, só tentou separar, impressionante. Devo dizer que estou orgulhoso dessa sua mudança.- falou e sorriu em seguida.
Eu- Obrigada pelo voto de confiança.
João- Por nada, querida! Agora vá para a sua sala e preste atenção na aula. E só espero te ver em minha sala daqui dois meses, fechado?
Eu- Pode deixar que se for preciso só volto aqui quando estiver acabando o ano.- sorri e me levantei da cadeira .
João- Eu estou falando muito sério. Não quero que você se envolva tão cedo em qualquer confusão, ano passado consegui te salvar diversas vezes, mas esse ano já não sei se posso fazer isso.
Eu- Já entendi! Sem confusão, mas se a confusão vier até mim, o que devo fazer?
João- Deve desviar dela.
Eu- Certo. Tchau.- falei saindo daquela sala.

Passei pela secretária e percebi que havia vários olhares sobre mim. Era sempre a mesma coisa. Me lembro que ano passado inteiro vinha até a diretoria mesmo que fosse só para trazer algum recado de algum professor, e as pessoas me julgavam e muito, por isso. Eu não era de fazer bagunça até espalharem que eu havia feito algo terrivel, no caso, eu teria feita uma professora ter um ataque cardíaco, depois disso nunca mais fui a mesma.

Passei por aqueles corredores de paredes brancas, mas que daqui a algum tempo terá vários grafites e vários desenhos. Não entendo por que ainda pintam essas paredes, passei por um dos jardins da escola e fiquei por lá. Havia várias flores, de vários formatos, tamanhos e cores. Cada uma com seu perfume exuberante. Quando uma brisa de vento passava por ali, os cheiros se misturavam e tudo aquilo ficava tão único.

Quando dei por mim o sinal batia, precisava ir para a aula de música. Eu amava a matéria, mas tinha vergonha e digamos que as patricinhas da escola não perdoavam isso.

Fui lentamente até a sala, minha sorte era que a professora Ana ainda não havia chegado, me sentei em meu lugar e ela chegou.

Ana- Bom dia alunos! Para quem não me conhece sou a professora Ana Maria, leciono Música e Artes Cênicas. Sejam bem-vindos!
Diogo- Qual vai ser a mancada de hoje?
Ana- Você ser expulso da minha aula, serve?- perguntou ela fazendo todos rirem.- Bom, Seunome?
Eu- Sim?
Ana- Está tão triste! Qual o motivo?
Andreza- Deve ser por ter levado mais uma bronca.
Eu- Cala a boca garota. E só estou meio triste, pois to com sono.- falei fazendo várias pessoas rirem.
Ana- Sendo assim vamos anima-la. Hoje quero saber como vocês andam cantando, então Seunome escolhe uma música e venha até o palco cantar.

É não foi dessa vez que me livrei de alguma aula, mas não vai ser a ultima. Me levantei da cadeira e lentamente fui até o palco.

Ana- Vamos! Cante! Sei que você tem uma voz poderosa.
Eu- Irei cantar...Hurt da Cristina Aguilera.

Seems like it was yesterday when I saw your face
(Parece que foi ontem que vi seu rosto)
You told me how proud you were
(Você me disse o quanto estava orgulhoso)
But I walked away
(Mas eu fui embora)
If only I knew What I know today
(Se eu apenas soubesse o que sei hoje)
Ooh ooh

[...]

Assim que terminei de cantar, todos os alunos aplaudiram, olhei para a professora e ela chorava. Agradeci a todos e desci do palco.

Ana- Já se inscreveu no The X Factor, Seunome?- perguntou ela me olhando de cima do palco.
Eu- Não, senhora!
Ana- Por quê? Não vai me dizer que...
Eu- Não é nada disso, vou me inscrever hoje, assim você e minha mãe param com isso.
Ana- Isso é maravilhoso. Agora quero que alguém dos novatos se apresentem.
Zayn- Bom, eu e o meu grupo, podemos?
Ana- Claro!- ela falou e desceu do palco sorrindo.
xx- Oi, eu sou o Harry. Harry Styles!- falou ele sorrindo e que sorriso. Ele tinha cabelos cacheados, covinhas, dono de duas esmeraldas nos olhos.
Xx- Eu sou Liam. Liam Payne.- deu um sorriso tímido. Ele tinha cabelos compridos, olhos castanhos e era bem forte, aposto que tinha tanquinho.
Zayn- Sou Zayn Malik.
XX- Sou o Louis Tomlinson.
xX- E eu sou Niall Horan. E juntos somos...
Todos- One Direction.
Harry- Vamos cantar Viva La Vida do Coldplay.

I used to rule the world
(Eu costumava dominar o mundo)
Seas would rise when I gave the world
(Mares se agitavam ao meu comando)
Now in the morning I sleep alone
(Agora, pela manhã, durmo sozinho)
Sweep the streets I used to own
(Varro as ruas que costumava possuir)

[...]

Assim que terminaram a sala estava em silêncio, surpresos com a apresentação deles, devo admitir que foi perfeita. Me levantei e aplaudi eles de pé, logo o restante da sala fez a mesma coisa que eu.

A aula passou animada, mas infelizmente bateu o sinal e mais uma aula de matemática iria começar.

Os alunos foram todos conversando entre si para a sala e eu como sempre a ultima, a estranha, a anti-social. Nesses momentos queria chorar, mas não iria.

Fui andando calmamente para a sala, fui a ultima a chegar na sala, o professor me olhou e sorriu. Me dirigi até meu lugar e me sentei, peguei meu celular e os fones de ouvido, coloquei minha lista de música no aleatório, começou a tocar She Will Be Loved - Marron 5. O professor começou a explicar a matéria e eu apenas fiquei desenhando, olhei para a lousa e ele estava passando um texto, apenas copiei o mesmo. Abaixei a cabeça na carteira e fiquei daquele jeito até o final da aula.

O sinal bateu indicando o final das aulas. Guardei meu material e quando ia sair da sala, o professor me parou. Tirei meus fones e o encarei, esperando que falasse alguma coisa.

Eu- Sim?
Professor- Me diz!
Eu- Dizer o quê?
Professor- O que te afliges hoje?
Eu- Sabe, to cansada. To cansada de ter de fingir ser forte, de ser tão corajosa e segura de si, mas na verdade é tudo o oposto, eu não sou forte, não sou tão corajosa e muito menos segura, eu me importo com tudo o que dizem sobre eu nessa escola, mas como sempre finjo que nada me atinge. Talvez esse seja meu problema de hoje, Paulo.
Paulo- Você sabe que pode contar comigo? Certo?
Eu- Sim, senhor e muito obrigada! Agora eu preciso ir.
Paulo- Ah! É hoje que você vai se inscrever, né?
Eu- Sim.
Paulo- Então, tenha uma boa sorte.
Eu- Obrigada e até amanhã.

Sai da sala sem esperar ele falar alguma coisa. Coloquei meus fones novamente. Caminhei até meu armário, deixei meus livros ali, fechei o armário e fui em direção a saída daquele inferno.

Chegando na saída, trombei em alguém e fui ao chão junto com a pessoa. Até sem fone fiquei.

xx- Você esta bem?
Eu- Estou e você?
xx- Estou. Ah! Eu sou o Harry.
Eu- Prazer. Eu sou a...
Harry- Seunome! Já sei o seu nome.- olhei para ele confusa.- Somos da mesma sala.- explicou ele se levantando e estendendo uma das mãos para me ajudar a levantar, aceitei a ajuda.
Eu- Certo! Bom, tenho que ir. E desculpa pelo tombo.- falei sorrindo.
Harry- Não foi nada.

Dei as costas ao garoto chamado Harry e fui de encontro com meu irmão.

Ben- Que tombo, hein?- falou rindo.
Eu- Tão engraçado que eu estou morrendo de rir.-falei séria.
Ben- O que houve?- ele perguntou preocupada, enquanto nos dirigíamos para casa.
Eu- Você acha que devo me inscrever para o The X Factor?- perguntei mudando de assunto.
Ben- Claro! Você tem uma voz maravilhosa. Quem dera se eu tivesse essa sua voz potente.
Eu- Já teria usado ela para conquistar metade da escola, né?- perguntei rindo.
Ben- Pode até ser!- deu de ombros.

Fomos andando mesmo para casa. Pela primeira vez reparei no trajeto que fazíamos sempre para ir e voltar da escola. Havia casas luxuosas e casas bem aconchegantes. Chegamos na grande avenida na qual havia lojas de vários tipos, como: de roupas, sapatos, bolsas, uma doceria, cafeteria, restaurantes e Fast-Food's. Cada um daqueles lugares eram únicos com as mais diversas decorações. Sorri com toda aquela diversidade. Continuamos nosso caminho após atravessar a avenida. Passamos em frente a uma praça muito aconchegante, acabei de achar um local para pensar, a praça era pequena, mas possuía tudo o que eu mais amava. Flores. Lindas flores. Com as mais diversas cores e formatos. Sem que eu percebe-se estava parada admirando aquele lugar. Meu irmão voltou e parou ao meu lado, olhando a mesma coisa que eu.

Ben- Flores! Acertei?
Eu- Sim. Esse lugar é lindo!- falei admirada.
Ben- Eu sei e olha só o lado bom...- eu o olhei confusa.- É, praticamente, do lado de casa.- falou ele apontando para a nossa casa. Abri um grande sorriso e ele me puxou em direção a nossa casa.

Assim que chegamos entramos na mesma. Eu fui direto para o meu quarto, ainda tinha de fazer a inscrição para o The X Factor. Liguei meu computador, peguei minha câmera, arrumei meu cabelo e assim que ele ligou entrei no site do X Factor. Acessei o link, na qual estava escrito "Se inscreva aqui!", fiz todos aqueles processos descritos, fiz meu vídeo cantando "I Was Here- Beyonce" e enviei. Desliguei meu computador e sai do meu quarto.

Fui para a cozinha, comi um bolo de chocolate acompanhado de um suco gelado de laranja e voltei para o meu quarto.

Me joguei na cama e dormi.